sexta-feira, 29 de outubro de 2010


Finalmente chegamos a ilha flutuante, la aportamos, ja sem nenhum plebeu vivo, e com draconus prestes a sucumbir ante a maldição da luz eterna. Apos uma breve discussão entre ele e maurog, eles decidiram se engalfinhar e maurog o desacordou. Foi melhor assim. Vimos uma cidade bem ao longe, uma torre enorme no que parecia ser o centro da ilha, e um pouco mais proximo havia uma colina em chamas(?!) e uma pequena vila proxima. fomos ate a vila, um local desolado, com pessoas feias e miseraveis por todos os cantos. O "prefeito" da cidade veio nos receber, pelo visto eles não tinham muitos visitantes, aos cuidados de sua filha deixamos draconus e então fomos em direção a sua casa, onde mais tarde ele nos alojou(por uma pequena soma em dinheiro, logico). Ele nos disse que a cidade passava por uma serie de problemas, uma colina em chamas havia surgido do meio do nada nas proximidades dela e haviam acontecido uma serie de desaparecimentos estranhos ali perto. Apos discutirmos um pouco sobre se iriamos permanecer juntos ou se iriamos tomar nosss rumos proprios, decidimos por ficar juntos, pelo menos durante mais algum tempo. Decidimos tambem ir investigar os desaparecimentos misteriosos que estavam acontecendo proximo a um pantano. Fomos então ao local do ultimo incidente. La montamos uma armadilha elaborada, que consistia em deixar mike como isca ate que alguem tentasse vir mata-lo. Resumindo, apos uma ardua batalha conseguimos capturar um dos seres(por sinal eram sapos super-desenvolvidos que estavam atacando. Enfim, apos um exaustivo interrogatorio, com direito a varias torturas, fomos com ele em direção ao que ele dizia ser a toca de sua tribo. Chegando la haviam os lideres deles, aos quais eles faziam sacrificios para mante-los calmos e que os oprimiam. Conseguimos fazer os amigos dele colaborarem e por fim enfrentamos os seus chefes. Uma batalha ardua, na qual o principal integrante do grupo caiu varias vezes, e esteve a beira da morte. Mas, felizmente, ele sobreviveu, firme e forte(embora tenha perdido dois membros no processo). De volta para a vila eu pude conseguir um quebra-galho para mim, fiz um braço e uma perna de madeira, com eles nos resolvemos partir para a cidade, onde eu poderia fazer alguma coisa melhor para me sustentar. continua...

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Maurog



Parte 1: Nascimento, a vida na vila anã!
Era um dia sombrio mesmo pra uma uma ilha afetadas pela luz eterna , um jovem anão caminhava de uma lado pra outro na sala de uma pequena cabana , visível mente nervoso mas não era pra menos no quarto sua mulher estava dando a luz ao seu primeiro filho e como a maioria dos anões ele ansiava por um filho varão q continuasse com sua linhagem . Mesmo com a ajuda da shaman da tribo q era conhecida como devota da água e da vida o parto apresentava problemas sérios com grande chance do beber não nascer com vida ai então quando aquele parto não parecia q iria ser bem sucedido ES q um raio inexplicavelmente vara o teto da cabana jogando a shaman e a parteira de encontro a parede e acertando em cheio a barriga da grávida . Alguns segundos depois o pai adentra o quarto e se depara com a cena da cama pegando fogo e sua mulher desfigurada por conta do raio e dentre as labaredas ele escuta um choro , rapidamente cobre o roto e avança sobre as chamas atraz de seu filho , seus urros de dor e o cheiro de carne queimada acordam a shaman q ao ver aquela sena lancha uma magia de criar água sobre o anão e o ajuda a sair da cabana , La fora todo chamuscados com varias cicatrizes de queimaduras fortes e sendo tratadas pela Shaman ele observa sua cabana ser totalmente queimada e dentro dela sua devotada esposa e ao sentir com um vento o cheiro dela com de carne queimada ele solta um urro de dor e tristeza q so é silenciado pelo choro da criança q esta em seus braços e por um breve momento ao olha-la o anão consegue esquecer sua dor ao ver seu filho são e salva em seus braços.
Muitos anos se passaram ate o incidente da cabana e agora aquela criança já adolescente recebera o nome de Maurog por seu pai . Apesar de parecer saudável e normal pairava sobre ela um ar de mistério e era tratada com suspeita por todos da vila dês dos anciões ate pelas crianças mais novas por causa do incidente de seu nascimento , os únicos q não pareciam ter medo ou pelomenos não alteravam seus humores na sua presença era seu pai e a Shaman q ajudou em seu nascimento apesar q o grande interesse por essa ultima pelo pequeno anão ser um pouco suspeito pois ela geralmente demostrava mais interesse em coisas dos espíritos da natureza q pelos seus semelhantes.
Apesar de tudo maurog tinha uma vida tranqüila , seu pai lhe dava afazeres corriqueiros como corta madeira e ajudar na caça e devez enquanto quando estava tudo calmo o ensinava a arte de brandir um machado pesado símbolo dos homens de sua família . Já a shaman o observava constantemente e quando não estava sobre as assas protetoras do sue pai ela o arrastava ate sua cabana ou a floresta e ensinava coisas sobre os espíritos e sobre e as vezes parecendo uma brincadeira o colocava sobre pequenos testes para vê a reaçao dos mesmo a sua presença e como ele se sairia.
Mas ao contrario da vida aparentemente “perfeita” de maurog a vila passava por dificuldades , uma recém descoberta de um novo veio de metal estava trazendo dor de cabeças aos chefe da vila pois o metal tão precioso encontrado tinha como veio principal as terras de orc do outro lado da montanha(se vc achar bom ter outra raça como inimigo eu aceito dicas) e esses mesmo já tinhao entrado em confronto varias vezes com tal vila , mas a arrogância e o forte sentimento de posso sobre aquele veio afinal foram eles q encontraram primeiro fez com q o chefe declarasse q aquela parte das terras pertenciam a sua vila Ana e então os conflitos começaram. A guerra chegou a tla ponto de ferocidade q os orcs fizeram um ataque fulminante a vila Ana matando aqueles q encontravam em seu caminho pouco importando se era algum guerreiro anão ou alguma criança ou mulher Ana . Nesse ataque foi q ao ver seu pai defendendo a porta de sua casa contra 3 orcs de uma vez e sendo derrotado pro eles sangrando muito devido a vários golpes recebidos q maurog tomado por um espírito de desespero+fúria correu para acudir seu pai e nesse momento foi q sua pele começou a tomar forma de medra e suas juntas saião pequenas faíscas elétricas . tal visão pegou os orcs desprevenidos e os fez desistir da cabana de maurog deixando seu pai ensangüentado apoiado em seu machado para não cair a frente a mesma então maurog ajudou a seu velho pai a entrar e depois segurando um machado com dificuldade tomou sua posição a frente da cabana , por sorte sua aparência era mais aterradora q sua habilidade com machado fazendo os orcs q ali chegavam desistirem e irem a outros alvos , no final ambos os lados receberam muitas baixas e a vila Ana tinha sido parcialmente destruída, maurog no final do embate exausto tinha caido desmaiado na frente da cabana e voltado a sua aparência normal foi entao q a shama o arrastou pra dentro e cuidou dele e das feridas de seu pai.
Algum tempo depois seu pai sendo tratado pela shaman estava preocupado com oque tinha visto e temia pelo futuro de seu filho tanto por causa da guerra quanto pelo q presenciou da forma bizarra q ele tinha tomado naquele instante foi então q a shaman se aproveitou desse momento e falou com Rocstone sobre sua suspeita q maurog tinha sido agraciado com algum espírito primitivo forte ao nascer e q ela já o via estudando e observando dês daquela época então a mesma pediu para q o velho anão o deixasse em seus cuidados onde ela partiria daquela vila com seu filho para ensinar a ela como viver com tal espírito. Com a idéia q aquilo afastaria seu filho da guerra o Rocstone aceitou a proposta e assim começou a jornada de maurog para saber quem de fato ele seria em seu interior.
Parte 2: a vida com uma Shaman
O primeiro ano de convivência com a shaman foi muito estranho para maurog afinal caçar e tratar a própria comida assim como não ter um local certo para durmi muito menos com o conforto de sua antiga casa e esta sempre a mece da luz eterna o deixavam perturbado mas o contato com a terra estranhamente o deixava com uma paz de espírito q nem ele saberia explicar oque estava sentido . Todos os dias o shaman lhe ensinava algo novo tanto de como sobreviver quanto sobre os espíritos mas claro uma vida numa floresta dominada pela luz eterna não era fácil , maurog perdeu as contas de quantos perigos passou mas no meio desses desarranjos ele conheceu um casal de halfilings chamados Tico e Mia q os poderia ter considerado amigos se não tivesse de ficar sempre de olhos abertos por causa dos hábitos alimentares dos dois (sim era canibais mas isso não assustou a shaman pq era uma pratica comum entre os halfilings daquela região isso pq conta as lendas q eles tiveram dessedentes de um certo local chamado dark Sun mas muitos acham q era somente parte da luz eterna q os afetava na floresta). Eles so não tentaram ter maurog pro jantar pq a shaman era reconhecida como espírito da floresta então voltaram sua fome pra qualquer aventureiro/ladrão/comerciante que desavisada mente entrasse no seu território mas claro nunca avisavam nem a maurog nem a shaman q iam caçar para q eles não os impedissem (apesar q maurog sabia da força de ambos e não queria virar alvo pro próximo almoço) .
Nos anos seguintes maurog mais parecia um bicho q um anão, com algumas cicatrizes e um jovem olhar mais ameaçador e um machado cheio de manchas de sangue ele já tinha conseguido bastante experiência tanto na floresta quando com a ajuda de sua tutora de conseguir domar em parte a força da natureza q batia em seu peito agora ele já conseguia liberar sua verdadeira forma 1 ou 2 vezes por dia dependendo do teor das batalhas q tinham acontecido, nessa sua nova vida ele já tinha experimentado muita coisa ,dês de ferozes batalhas a ensinamentos profundos pela tutora ate a experimentar uma vez sendo enganado pelo halfilings a saborear carne humana mas claro ele ficou revoltado na hora mas depois devido a fome dos tempos difíceis q estava passando terminou o resto do prato com ferocidade(eram tempos difíceis de seca e quase nenhuma caça)mas aquilo nunca mais se repetiu mas maurog confirmou q aquele prato tinha gosto único e estava delicioso.
Anos se passaram e maurog não era mais um adolescente e sim um jovem varão cheio de vida e curiosidades pelo mundo mas já sua tutora não poderia dizer o mesmo. Velha com os anos pesando em suas costas já não podia fazer muito por sigo mesma quanto mais por aquele jovem q tinha um olhar de aventura encrustado e sede pelo novo em sua garganta. foi então q um dia sentindo q sua vida não duraria muito mais , chamou maurog e lhe deu um mapa com algumas moedas e mandou-o embora avisando-o para ter cuidado e q seu aprendizado sobre o seu espírito ainda não esta terminado q daqui pra frente ele mesmo teria de aprender oque a montanha e o trovão tinham lhe presenteado, então com pesar aquele jovem anão juntou suas cosias e partiu pela segunda vez de sua casa deixando a pessoa q mais amava para traz.
3- Chegada a cidade e vida como mercenário!
Depois de uma longa viajem chegando na cidade maurog ficou deslumbrado pois era muito maior e populosa q a vila q morava quando criança , tantas pessoas q todos os tipos o cativaram e ao mesmo tempo o deixaram com temos pois estava acostumado a vida selvagem de revezar entre a floresta e o deserto e como era um jovem inexperiente na cidade não se viu com muita chances na mesma logo teve problemas com seus hábitos de dormir onde quisesse sendo enxotado parias pezes por durmi em lugar impróprio fora algumas batalhas em pecos escuros contra ladrões q tentavam subjuga-lo para ou levar seus poucos pertences ou para faze-lo de escravo no mercado negro . Foi então que se achou com sorte pois no mural de empregos tinha o aviso q a Gilda de mercenários estava contratando , foi então q maurog achou q o destino tinha lhe sorrido afinal se torna mercenário lhe parecia um convite e tanto para aventuras , logo ele pegou o aviso e correu o mais rápido q pode para a sede da guilda. Chegando La e se apresentando um goliath de nome Roukan arranca-toco veio lhe receber (ele recebeu esse apelido pois quando seu great axé acertava o pescoço de qualquer criatura essa sempre ficava sem cabeça[em outras palavras era um bárbaro com great axé ai já viu o critico ne]) ele olhou maurog de cima a baixo e notou q o mesmo tinha muita força e parecia ser estupidamente resistente , foi então q perguntou sobre as habilidades de mauro e o mesmo respondeu q seu estilho de luta fundia o brandir do machado com a força da natureza foi então q Roukan q já tinha visto muitos estilos de lutas como chefe dos mercenários pediu uma demonstração e quando viu o talento de maurog deu-lhe um tapa nas costas q quase o derruba e o contrata, foi então assim q a vida de mercenário de maurog começou.
Muitos anos se passaram e maurog agora sustenta uma expressão cansada e um corpo quase todo talhado por cicatrizes , a expressão de ansiedade pro aventura não existia mais no roto daquele anao q já tinha passado por muita coisa e visto mais ainda,. Ele ainda era considerado um novato(afinal comecei lvl1) mas de muito respeito por suas habilidades de combate , resistência e de sobreviver as piores aprovações. Atualmente se encontrava a caminho de uma cidadezinha q recém descobriu um veio de metal e com tal descoberta ele sabia q iria gerar muitos trabalhos para mercenário como ele mas Tb sabia q iria atrair velhos inimigos de profissão então foi decidido a organizar ou se juntar a um grupo pois assim teria maiores chances tanto de arrumar trabalho quanto de sobreviver. Mas no meio do caminho foi atacado por caçadores de escravos e como estavam em maior numero conseguiram capturalo levando desacordado ao barco arena onde seria vendido como escravo-gradiador oque renderia muito dinheiro caso ele se saísse bem nas lutas .
Quando perguntado sobre sua antiga Gilda de mercenários ele simplesmente resmunga algo e fica calado ou simplesmente muda de assunto.
Objetivos:
1-Curto prazo : Sobreviver ganhar experiência e se equipar para as batalhas q viram .
2-Médio prazo: Aprender sobre e controlar o poder do espírito q carrega no peito (esses poderes são teoricamente os q ganha com lvl e algo mais q se encaixe no tema de raio, trovão e rocha ) e acerta as contas com velhos amigos e inimigos que futuramente colocarei alguns casos principalmente quando ele participava da Gilda do goliath .
3-Longo prazo : Tomar seu lugar de direito e respeito dentre os mais fortes espíritos da natureza primal.
Personagens: Shaman : Eidina Aguafluente.
Pai: Rocstone Machadofulgaz.
Mae: Beltone Machadofulgaz.
Chefe da vila: roktom cabeçadepedra
Halfiling : tico=macho e Mia=fêmea .
Goliath bárbaro Chefe da antiga Gilda de maurog = Aukan

sábado, 2 de outubro de 2010

Primeira aventura





Eu acordei. Estava deitado num chão frio, de pedra, um cheiro terrivel e nauseante chegou as minhas narinas, minha vista embaçada. Lembrei o que havia acontecido. Os desastres em Apokopolis, eu sendo vendido, um enorme orc com uma marreta na minha frente, e pow, escuridão. Checo meus pertences, parece que deixaram toda minha quinquilharia comigo, estranho. Olho ao redor, estou numa cela escura e vejo outros dois prisioneiros, um homem atarracado e com cara de poucos amigos, estranhamente estava sem os polegares, e um goliath(o guardião era um goliath ne?). eles discutiam sobre como foram parar ali, eu não queria conversar com eles, então fiquei apenas ouvindo. Vi uma portinhola logo depóis de um pequeno conjunto de escadas. Fui rapidamente la verificar, e no mesmo momento que eu chego ela é bruscamente aberta, um cheiro acre e um calor enorme vem do lado de fora, meus olhos se machucam com a luz depois de ter passado tanto tempo no escuro, então vejo um homem idoso ser arremessado ao meu ladoe a porta se fecha antes que eu consiga me recuperar e agir. Eu pouco me importo com o novo prisioneiro, e vou tentar ver ou escutar algo atraves da porta. Ha uma gritaria la fora, sons estranhos de metal se chocando e gritos de desespero. Uma arena sem duvida! Apenas aguardo sabendo meu fatidico destino, mas eles me subestimaram deixando minhas esferas T comigo. atraves delas eu posso fazer muiiitas coisas. A porta se abre. O nosso carcereiro nos joga para fora, dentro da arena, e então eu vejo um enorme estadio, um homem com uma capa com um estalar de dedos faz os ceus brilharem e o ar ao nosso redor queimar com chamas magicas. Eu sei quem ele é, famoso por suas lutas de gladiadores, eu apenas aguardo. Ele chama outras pessoas, alguns escravos em farrapos e dois homens voluntarios em busca de fortuna provavelmente. Não sabia se iamos lutar entre nos, o humano idoso que foi jogado em cima de mim me aponta uma arca no centro da arena. Ela parece conter equipamentos, ele corre ate ela, eu vou atras para ver se acho qualquer porcarias que eu possa transformar em algo util, afinal não sei o que me espera. Pego apenas uma besta, a qual usarei para arremessar as esferas T, e então ouço um som de correntes arrastando. Vejo saindo do chão uma serie de insetos gigantescos, besouros aberrantes, parece que nosso objetivo sera destrui-los. Nada demais. O homen sem polegares parece saber manejar muito bem uma espada embora sua limitação com as mãos, o idoso parece ser ambidestro, e tambem colocou um arco nas costas, suponho que ele saiba usa-lo. Eu deixo os besouros atacarem os outros, recuo para uma posição estrategica e ativo uma de minhas esferas. O protobo da cabo muito bem desses seres, o homem idoso pareceu muito fragil, precisou de minha ajuda duas vezes, dei para ele o tonico vital XKZ, criação propria. Apos esse pequeno contratempo fomos para as celas novamente. Não conseguia ouvir sons do lado de fora, mas la dentro os sobreviventes conversavam. Como era esperado os plebeus esfarrapados não sobreviveram, mas os dois voluntarios ignobeis sim. Um homem que usava aparelhos tecnologicos de tipo pertubadoramente familiar a minha pessoa, e um anão bruto e não muito esperto(normal). algum tempo depois fomos novamente anunciados, ao sairmos o campo de batalha parecia haver mudado, embora o bau continuasse no centro, haviam 4 pilastras cobertas por teias de aranhas ao longo da arena, areia fofa embaixo de nossos pes e do outro lado um grupo de githyanks nos aguardava. Embora tenham dado um pouco mais de trabalho, com taticas de afundar sobre a areia, e com aranyhas pulando das pilastras, demos conta deles tambem. Vi que o homem com equipamentos tecnologicos(vou falar logo charlie) era um tanto quanto despreparado para essa luta, não sei pq entrou nela. Finalmente voltamos para cela e novamente o hambiente mudou. Ja estava cansado daquilo, quantas mais vezes isso iria ocorrer. Gatz(o nome do homem sem polegares, como descobri durante uma das conversas do "grupo", disse que aquele seria a ultima antes de recebermos o premio, ou sermos mortos na arena. Hm, sair em liberdade e ainda receber um premio, para quem esperava servir como escravo o resto de seus dias ate que estava bom. O mago piromante deu um espetaculo de luzes e cores, e anunciou que iriamos enfrentar os campeões. Bem~, eram um grupo de gladiadores bem exotico, pareciam saido de algum livro de fantasia. Uma halfling provavelmente ladina, uma elfa maga, um humano clerigo e um anão lutador =/ . enfim, queria acabar com aquilo logo, acionei o protobo e o mandei para a frente de batalha. Não foi algo muito inteligente, o chão estava cheio de armadilhas, o protobo caiu em uma delas e foi destruido. me senti abalado pela perda, mas segui em frente. Pelo menos sabiamos agora que deveriamos ter cuidado onde pisar. O velho ficou de longe com seu arco, eu esperei eles virem, tambem de longe, e os outros foram pra cima. Estranhamente os cammpeões não eram tão durões assim, e os derrotamos relativamente facil. Livre. Aquilo era incrivel, a liberdade me veio tão facil, sera que conseguirei voltar para apokopolis e salvar minha familia tão facilmente assim? É, sonho meu... De repente alvoroço, confusão, o chão tremia, o ceu escureceu. Eu corri em direção ao bau com a recompensa, enquanto os outros ficaram com os olhos grudados no ceu. Ouvi tiros de canhões sendo disparados, o navio/arena estava sendo atacado! Um barco repleto pelo que parecia uma horda de demonios havia abalroado nele, e provavelmente iria coloca-lo abaixo. Corri junto com os outros gladiadores em direção a algum local seguro, Gatz felizmente sabia como nos tirar dali, barcos de segurança estavam nas pontas do barco. Ao chegar la vimos um enorme primata demoniaco, seus pelos cor de fogo, seu rosto de pura ira, seus olhos da cor das labaredas do inferno, ele jogava os plebeus que tentavam tb ir para o barco para fora da enorme arena flutuante. Eu e o homem idoso passamos facilmente, mas os outros ficaram para tras ainda um tempo, eu achava que não conseguiriam chegar a tempo, mas por pouco eles o fizeram. O barco estava deveras cheio, mal tinhamos espaço para respirar, não tinhamos um rumo e nem alimento. Flutuando pelo eter aqui e ali se achava a raiz dos deuses, uma planta que fornecia energia para um dia inteiro para uma pessoa normal, mas era quase impossivel pegar. Charlie usou seus equipamentos tecnologicos para pegar alguns enquanto tentavamos conduzir o barco e sobreviver a um outro elemento agravante: a luz eterna que vinha dos ceus poderia transformar um homem numa besta se ficasse diretamente sobre ele durante muito tempo. Não tinhamos qualquer tipo de cobertura, os dias se passavam e as pessoas começavam a sentir os efeitos da luz, eu mesmo estava começando a sucumbir a loucura, a falta de alimento apenas piorava a questão. Depois de algum tempo os plebeus começaram a se perder completamente para a luz e se transformavam em monstros albinos e sem olhos, mas nos conseguimos mata-los antes que virassem um problema maior. No fim não sobravam plebeus no barco, apenas nos 5 e Gatz. Então vimos a salvação adiante: uma enorme ilha a nossa frente, em seu centro uma cidade. Chegamos com o barco ate la e aportamos na borda. Aqui termina nossa primeira jornada. O que mais vira pela frente, que terriveis abominações iremos encontrar, nos mesmos nos transformaremos em uma delas?

sexta-feira, 1 de outubro de 2010


rei Metron


meu pai desaad

Moebious, o tecnomante

Eu disse que ia dormir, mas como não consigo então la vai:
Estava na ilha de Apokopolis 3. La eu cresci, meu pai um tecnomante a serviço do lorde Orion e minha mãe uma sacerdotisa do grande Arquiteto. Aprendi tudo que sabia com meu pai, juntamente com um pouco de magia com minha mãe, mas eu "perverti" essa magia para funcionar apenas para minhas belas criações, e a partir das forças naturais do universo e não atraves de resas aos deuses. Sempre achei uma bobagem essa coisa de deuses. Ainda jovem minha curiosidade natural me ajudou a prosperar como um tecnologo, criava o tempo todo miniaturas roboticas, a primeira a funcionar eu dei o nome de protobo beta. Lembro o quão feliz fiquei, e as congratulações de meu pai orgulhoso. Eu deveria ocupar o lugar do meu pai como braço direito do grande lorde, ja estava treinando minhas habilidades de bajulação com ele pra ver se ele de algum jeito podia acelerar o processo. Eu jamais levantaria a mão contra meu pai, mas quem sabe se meu mestre visse minha real eficiencia ele não poderia depo-lo sem violencia. Lorde Orion era bastante ambicioso, então tentei atingi-lo nesse ponto. Disse que poderia arranjar para ele um jeito de ocupar o trono de Apokopilis 3, deporia-mos o rei Metron. criei um exercito de protobos, uma verdadeira obra prima. Mas Metron tinha suas defesas. Eu fui por demais orgulhoso e descuidado. O mestre artifice dele era Allan, um sacerdote do arquiteto poderoso. Eu achava que por ser um simples servo de deuses ele não teria forças contra meu destrutivo exercito. Ledo engano. O ataque foi um fracasso. Minhas legiões foram facilmente derrotadas, destruidas por invenções que eu jamais havia visto, se moviam a partir da magia dos deuses e eram imbativeis. Meu lorde caiu em desgraça perante os olhos de Metron, meu pai foi transformado num escravo, minha mãe virou uma meretriz pessoal dos sacerdotes e eu fui vendido a uma arena de gladiadores para morrer em campo. Mas um dia terei maiores forças que qualquer servo dos deuses e voltarei para me vingar de Metron, Orion e qualquer outro que ficar em meu caminho. Salvarei meu pai, tirarei minha mãe daqueles servos dos deuses nojentos, e quem sabe ate farei meu reino la, um Apokopolis 4 talvez? Bem, isso é um sonho que estou distante de concluir. Hoje tenho que pensar em como sair desta maldita arena...

Nova mesa

Bem, comecei uma nova mesa esse domingo, então vou alternar algumas postagem de ambas. Temos nela um ranger, um guerreiro, um guardião, um mago e um artifice(eu). pra começar no proximo post publicarei a historia de moebious, o tecnomante. agora vou dormir.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Estavamos então dentro do forte, dezenas de cadaveres pelo chão. Ao entrarmos, sem nenhum cuidado, previsivelmente a porta se fechou atras de nos. Como eu, um aventureiro experiente e habilidoso, cai nesse truque tão simplorio. Provavelmente o clima macabro não ajudou muito meus pensamentos. Na parede havia um estranho aviso, algo sobre aqueles que entrassem no forte deviam ter a bravura em seus corações ou dali jamais sairia. Traduzi aquilo em poucas palavras para meus companheiros e então seguimos adiante. Nessa hora Odin surge como que por milagre la dentro(leia-se forçada do mestre para o bem da aventura) e então ouvimos uma voz macabra demoniaca. Eu desafio a voz (levado pelas escrituras, eu deveria demonstrar coragem absoluta, ou assim havia entendido). Toda a luz se apaga, não conseguimos acender nem com magica.Senti o ser macabro a minha frente, seu halito quente soprando em meurosto, o cheiro de enchofre penetrando profundamente em minhas narinas. Os mortos começam a arranhar nossos pes com garras frias e fazem feridas profundas e dolorosas. Então me agarro em uma das grades(esqueci de dizer, haviam varias celas com prisioneiros dentros, mortos logico, e que aparentemente haviam se trancado por dentro)e de la chamei meus colegas para que meus poderes magicos curassem suas feridas e fechassem seus sangramentos causados pelas garras infectas dos mortos no chão. Praguejei novamente contra o enorme demonio, atacando sua corajem e honra. Ele deve ter se sentido deveras ofendido, pois senti na minha pele duras retribuições as minhas palavras. Naquele momento me lembrei do mago do conselho, e de suas palavras. Eu era um filho da tormenta. Um meio demonio, um lefou. Eu não seria derrotado por aqueles demonios inferiores. Algo me veio do fundo da alma, um sentimento ao mesmo tempo pertubador e prazeroso. Falei novamente ao demonio, e quando o fiz vi que minha voz tinha mudado. Percebi que todo meu corpo havia mudado. As sombras se foram juntamente com o monstro. Não sei direito no que havia me transformado, nem o que aconteceu, sei que todos os meus companheiros estavam incomodados com minha nova aparencia, então me acalmei e atraves do meu controle mental supremo voltei a minha forma habitual. Vimos então uma entrada no forte, eu e o ranger fomos na frente, e subimos uma escada em espiral, la em cima tinhamos um salão com 8 portas e uma outra escada, decidimos então explorar as portas antes de subir. Cada uma continha coisas mais bizarras que a outra, mas a que mais me chamou atenção foi uma com varios livros e anotações nele. Comecei a ler mas de repente tudo começou a pegar fogo, ainda consegui pegar um dos livros, mas saimos correndo da torre. A escuridão havia voltado, mas o barbaro elemental tinha um as na manga: ele tinha um tipo de buraco portatil, no qual gurdava um hipogrifo(pq ele não nos mostrou isso antes? barbaros...) ele nos levou para fora, e resolvemos que voltariamos no dia seguinte, a luz do dia provavelmente seria muito mais seguro. Como planejado acampamos e voltamos no dia seguinte, ja renovados. Seguimos o mesmo caminho, dessa vez sem nenhum demonio para atrapalhar. Subimos as escadas novamente, e la encima entramos em uma das portas a esquerda a qual ainda não haviamos aberto, encontramos um vulto de uma mulher encima de uma cama. Não conseguiamos ve-la direito, e Odin corajosamente tentou falar com ela. Ela insistiu para que ele se aproximar, e ele corajosamente o fez. Infelizmente ambos desapareceram quando ele adentrou as cortinas...
O forte. Chegamos a essa missão que ja vinha nos perseguindo a tempos. Muitas vezes tomamos outros caminhos, mas aqueles que foram designados para ca todos pereceram. Eles precisavam de alguem de primeira linha. Então fui mandado com um grupo totalmente estranho para mimnão sabia das capacidades totais dos outros, alguns eu ja tinha visto atuando uma ou duas vezes, mas no geral não me eram muito conhecidos. O arqueiro mortal das terras gelidas, uma maga amiga de odin e do desprezivel draconato de tmpos atras e tambem um tipo de barbaro com estranhas e profundas ligações com a terra. Estavamos la a porta do lugar, cada um fazendo o que podia para anlizar a situação, eu estava usando minhas palavras para encantar o arqueiro, o mago estava realizando rituais para observar o que tinha dentro do lugar e o barbaro... bem, o barbaro bebia. apos algum tempo a maga descobriu que haviam demonios infestando o local, então começamos a planejar como entrar, ou melhor iamos começar, mas o barbaro prontamente destruiu a porta, ativando assim uma armadilha que o deixou em chamas por algum tempo. Entrando no patio antes do forte propriamente dito sentimos um clima morbido permeando todo local, corpos por todo chão, o ambiente transmitia insegurança. Algumas dezenas de metros a frente outro portão, dessa vez o barbaro explodiu ele com um pequeno item alquimico, o qual não consegui prestar muita atenção.continua...

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

resumão

ta, se continuar nesse passo não vamos chegar a sessão atual, então vou dar uma resumidasinha no que aconteceu ate aqui. voltmos pro comando de missão, o barbaro foi atras da esposa, eu fui ae a corrida de cavalos, venci a corrida e peuei o premio embora minha irmã continue ctiva, o barbaro tava fudido la com uns dragões do inferno, suriu uma maga num sei da onde que tambem pertencia ao pessoal da rebelião, fomos transportados pro local que o barbaro e o resto do pessoal tava levando fumo, houveram umas batalhas epicas montadas em dragões, contra gigantes do gelo e tal, o arqueiro quase foi morto mas surgiu um deva sabe-se deus de onde e tirou ele de la, abriu-se um portal e todo mundo fugiu. todo mundo exceto um. o draconato teve de se sacrificar para que o resto de nos fugisse, ele liberou na terra um mal talvez maior ainda que arsenal, mas isso fica pra outra historia. o barbaro foi casar, e do grupo que comecei so restou eu. com esses novos seres fui pra um tal torneio em que o vencedor teria um desejo concedido, mas acabei por ser abatido, o vencedor foi um bruxo la dos inferno, mas desconheci o pedido dele, sei que para mim nada se alterou. depois disso voltamos ao comando de missão, reencontrei meu companheiro odin e ae eu vou prosseguir calmamente no proxio post. aew

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Sobre Alya

Sou obrigado agora a fazer uma pequena pausa. irei falar sobre a irmã de Mua D'ib, contar um pouco da historia dela.
Em uma de suas escursões pelo deserto surgia ao longe uma pequena imagem. Os beduinos estavam espantados, mas tambem curiosos, e se aproximram. A cena era no minimo "incomum". uma garoto de pele avermelhada, uma cauda e enormes chifres andando em meio a uma tempestade de areia enquanto segurava um bebe de uma garotinha. quando viu os homens montados a cavalo em sua frente o garoto desmaiou. os homens preocupados o levaram para as cavernas, onde mantinham sua vila protegida do deserto. la eles viram o garoto acordar, ja com a aparencia humana. Os sabios da tribo Freemen(assim eles se chamavam)resolveram se reunir para ver o que isso significava. Foi dado o veredicto de que eu seria provavelmente um presente do deus Azer(ta, eu sei, isso é cliche, mas é um cliche bem legal)e que aquela que eu trazia em meus braços seria minha protegida. Ela cresceu entre os Freemen como uma eximia guerreira, sabia usar a feitiçaria aprendida pelos feyadin(os guerreiros magos supremons Freemen, a elite do nosso exercito), fazia inveja e despertava amores nos homens da tribo. Um em especial teve seu coração, mas ela era orgulhosa, e não podia admitir que um homem fraco a tivesse. Ela o desafiou para o duelo das laminas sagradas, e como era de se esperar ele perdeu. Varias e varias vezes ele então tentou desafia-la, mas sempre sem sucesso. O tempo se passava e ele treinava cada vez mais para derrota-la, mas ela tambem treinava, e progredia bem mais rapido do que ele poderia alcançar. Ele em sua ira roubou (nome do cavalo fodão que me esqueci)e fugiu, prometendo que um dia voltaria mais forte do que nunca para buscar sua amada. Minha irmã nutre um odio por ele desde aquele dia, em que ele colocou nela a culpa pelas atrocidades que cometeu. naquele dia tambem eu sai pelo mundo com o primeiro grupo de aventureiros que eu vim a conhecer, sendo que o resto da minha historia ja é conhecida por todos. Alya ficou e protegeu o povo como a unica Feyadin mulher que ja ouve na historia Freemen, sempre bela, forte e determinada. Uma humana que estava disposta a levar o povo da nossa tribo mais e mais adiante, resistindo a dominação que se alastrava pelo resto do mundo.

terça-feira, 6 de julho de 2010

... bem, minhas lembranças são meio vagas, mas foram tempos conturbados naquela epoca em que eu era jovem e ainda estava com aquela comitiva de aventureiros. ah, se eu soubesse o que aconteceria nos dias de hj... bem, continuando lembro que o barbaro foi ressucitado pela bruxa, elle seu nome se bem me lembro. eles tinham algum tipo de relacionamento, não sei dizer exatamente mas os olhares que trocavam e como agiam quando estavam proximos diziam tudo. minha memoria pula para uma parte em que somos transportados para um tipo de monasterio. la encontramos uma serie de monges pacifistas, que não entendiam uma palavra do que diziamos e vice versa. eu fui apresentado a uma jovem que ja era conhecida pelo dezpresivel draconato e pelo barbaro. ela era aparentemente muda, e mais tarde mostrou algum conhecimento sobre os caminhos arcanos. seu nome era clown, que na antiga linguagem dos povos barabaros de moreau significa "bufão". e seu nome estranhamente condizia com suas roupas. ela estava toda maquiada e com chapeu e vestimentas espalhafatosas. enfim, quem sou eu para julgar alguem. eu comecei a realizar com meus companheiros um ritual para compreendermos a lingua dos monges. apos isso fomos ter uma palavrinha com eles. estavamos atras de um artefato poderoso que poderia nos ajudar com a batalha contra o mestre arsenal. era algum tipo de espada magica ou coisa assim. depois de nos informamos mais fomos, juntamente com clown que a partir de agora se tornaria parte de nossa comitiva, via barco ate uma caverna, onde segundo os monges estava a espada. era chamada caverna dos sonhos. chegando la vi que o local era totalmente iluminado por uma serie de fungos fosforescentes, e tinha uma pequena aldeia la dentro. conversando com um monge que la vivia soubemos que tinha uma terrivel maldição/ benção(?) la: quem dormisse naquele lugar teria os mais maravilhosos sonhos de sua vida, mas em compensação jamais sairia de la, ele seria impelido a ficar. não sei como funcionava, mas eu que não iria querer tirar um cochilo por ali. enfim procurando um pouco de informação nos separamos, quando de repente as luzes escureceram. uma extremidade, oposta a entrada, se abre e la de dentro ouve-se uma voz: rundraaaa. todos os monges tremem de terror ao ouvir aquilo. então percebo que tal coisa foi provocada pelo insensato draconato, que não feliz com a situação profere em alto e bom som o nome novamente. a boca da caverna se abre mais uma vez, dessa vez gritando alto o nome rundra, que mais tarde eu viria a saber que significava um mal extremo que la habitava a caverna. o draconato pula para dentro da abertura, e parece ir correndo em direção a um ponto brilhante ao fundo. o barbaro corre logo atras, pelo que ele contou antes ja conhecia aquele ser nojento a um bom tempo, então partiu para ajuda-lo. mas eis que algo inesperado acontece: meu amigo oscar parte tambem em direção ao desconhecido. eu e clown ficamos para tras, eu não arriscaria minha pele para tentar salvar aquele draconato. mas apos algum tempo começo a pensar em meus outros companheiros, e no que eles podem estar passando. ja planejando como entrar naquele lugar de repente ele se abre, e de la de dentro vejo um dragão azul gigantesco. jamais tinha ouvido falar de um dragão azul com aquele formato ou aqueles movimentos serpenteantes. ele mais parecia uma enorme cobra com pequenos braços atrofiados e cabeça de dragão. aquele ser enorme parecia estar sendo "segurado" pelos meus companheiros, eles queriam impedir que ele escapasse, e não precisava de muita imaginação para saber porque. entrei naquele embate então, tentei de longe ajudar meus amigos(minha arma como vcs sabem não é a espada, mas sim minha canção e minha magia). foi incrivelmente dificil segurar a criatura, mas estavamos levando uma clara vantagem, com os golpes furiosos do barbaro, as estrategias brilhantes do draconato, o poder dos golpes bem colocados de oscar e minha magia confundindo a mente do adversrio no meio de tudo isso. a criatura para escapar cavou um buraco no chão, fazendo um tunel para passar por debaixo de nos. mas o barbaro e oscar pareceram ir atras dele, e o forçaram a sair, embora ele ja estivesse do lado de fora da caverna. mas qual não é nossa surpresa ao ver os monges curando a criatura. parece que não importa quem seja, eles não podem ver qualquer criatura ferida. o draconato impiedoso mostrou a face barbara de seu povo cruel: ordenou a morte a todos os monges! o barbaro realizou tal feito com prazer enorme, e mesmo oscar, para minha surpresa mais uma vez, começou a faze-lo apos titubear um pouco. ao gritar pra mim "não ha herois aqui, mate-os ou o monstro escapará!" eu fiz algo impensavel: matei um daqueles monges. ele não era um guerreiro, não tinha sequer capacidade pra se defender, não era um inimigo, eu não precisava de nada dele. mesmo assim o matei. depois disso fiquei desconcertado, minhas magias não eram mais as mesmas, não conseguia prestar atenção direito ao combate. odin foi engolido(novamente. acho que ele deve ser bastante saboroso, sequer me lembro quantas criaturas ja o engolliram apenas no curto tempo que tinha estado com ele ate aquele dia) e depois de um tempo não tivemos força o suficiente e a criatura escapou. depois disso fomos ter uma conversa. o draconato veio me dizer que se eu fosse um heroi então eu procurasse outro grupo. eu apenas disse que não era um heroi, mas tambem não era um genocida. a conversa terminou ali. vi que ele agora portava a espada, e tinha alguma coisa de estranha nela. num futuro eu descobriria o que ela continha, e o que aquele ser hibrido inconsequente havia colocado no mundo. soubemos depois sobre a besta-dragão que tinha fugido, como ela devastou cidades, e que um outro grupo havia sido mandado para conte-la...(continua)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

lembranças antigas

não começarei do ponto onde parou a ultima, mas ae vai

enfim estavamos numa situação desesperadora. eu e meus colegas estavamos em um lado da ponte, enquanto um grupo controlado pela elfa negra a qual estavamos perseguindo. por causa de um descuido perdemos a vantagem da surpresa, e ela acabou por escolher o terreno da batalha. e ela fez um belo trabalho.eu e oscar usamos o cavalo esquelto voador dele para tentar chegar, sem sucesso, ate eles. odin com seu tipico temperamento intempestivo atacou de frente os adversarios, e logo caiu. o mestre de batalhas draconato estava mais atras juntamente com o minotauro, que estava esperando o draco pensar na estrategia perfeita e usar o hambiente ao seu favor. ao seu comando o grande minotauro investiu para cima do grande bugbear que estav atacando ferozmente o grupo que estava mais a frente. logico, eu não falei dos nossos inimigos. um enorme bugbear armado com armas grandes demais pra qualquer pessoa normal carregar, a elfa negra que tinha um arco preciso e mortal. e um ser que não me parecia estranho, um homem com muitos olhos espalhados pelo corpo e portando uma espada explendida e deveras poderosa. ja não bastasse o desvanntajoso hambiente o ser muti olho lança uma parede mistica fazendo que não conseguissemos enchergar o outro lado, embora eles continuassem a atirar do outro lado. tentamos atravessa-la, mas ao faze-lo voltavamos para o lado que estava-mos.a batalha ia de mal a pior, eu ja via a morte a nossa frente, so havia uma solução logica: a fuga. embora eu não goste disso meu povo jamais achouu desonrroso fugir hoje para lutar amanhã, pelo contrario, uma medida inteligente para qualquer verdadeiro combatente. devemos conhecer nossas limitções. conseguimos recuperar o corpo do barbaro, e sair de la. no caminho nos despedimos de nosso amigo minotauro, sem saber que em um futuro proximo encontrariamos novamente. encontramos novamente a bruxa em sua casa movel...(continua no proximo post)

quinta-feira, 1 de julho de 2010

retomando...

nossa, ha muito tempo não posto, provavelmente nem lembro direito dos acontecimentos. vou tentar retomar, mas não garanto que saia tudo nos conformes não. se alguem puder da uma passada pra comentar e corrigir detalhes agradeço. bem, aproveitarei tambem para postar o historico da minha irmã(que eu nem planejava ter uuma, mas tudo bem, vou contar algo sobre minha familia). enfim, em brve sai a primeira parte desse diario

domingo, 4 de abril de 2010

De repente sentimos uma sucção abaixo de nós. desorientados somos sugados para baixo, como se estivessemos em uma descarga das cidades tecnologicas do norte. Fomos mandados pra baixo, um recepiente parecido com um aquario. estavamos la eu, Odin e Orin. A cleriga inutil parecia ter desaparecido. Não que fosse fazer alguma falta. O barbaro tentou destruir, sem sucesso, as paredes de "vidro" do aquario. Eu deduzi que magia tambem não ajudaria naquela situação. Um homem obeso juntamente com um minotauro surgem pela porta. O gordo desenrola o papel e coloca-o no vidro para que eu leia. Uma experiencia com seres da tormenta havia dado errado. Um mago havia se fundido a uma experiencia magica feita por eles. Idiotice. Deveriamos ir ate a criatura e mandariamos um colega do mago tentar alcama-la. De repente surge das sombras uma outra pessoa, a qual não havia notado antes. Depois o pergaminho se desfaz. Isso era em troca de nossa liberdade e da promessa do reinado nos deixar em paz. Queriam tambem que tirassemos nossas identidades, nossos nomes e nossos rostos. Bem, faria essa missão e depois eu pensaria nisso. Ao terminar esses contratempos voltaria ao meu povo, onde não precisaria me esconder de mais nada. Talvez ate antes disso eu mude essa prerrogativa, meu poder aumenta a cada dia, a cada dia meu conhecimento sobe e minha magia se torna mais forte. Não serei intimidado por nenhum mortal por muito tempo, assim diz Mua D'ib. mas por enquanto ficaremos assim. Eu digo que aceitamos a proposta, qualquer problema eu falo para meus colegas destruirmos a criatura. Somos levados ate uma sala onde um homem obscuro (todos são obscuros nesse lugar!) distribui mascaras para nos. As mascaras tinham propriedades magicas, e nos faziam assumir determinada forma que escolhessemos(apos escolhida a forma não pode ser alterada). eu fiz um mouro, mais normal possivel. Oscar continuou um anão, mas mudou completamente seus traços. Odin mudou a cor do seu cabelo e d sua barba(o.0). Dando continuidade saimos do lugar, nossa missão se resumia em entrar na academia, achar a criatura, colocar o pequenino la dentro e vermos o que acontece, apos isso saimos. Facil, simples rapido. Mas tinhamos de complicar. Entõ complicamos. Estavamos exaustos, fomos ate uma taberna, na qual Odin fez questão de gritar aos quatro ventos que era um criminoso procurado, mas enfim, eu e orin fomos dormir, apos darmos nomes falsos(olavio o meu). apos acordar eu fui em direção ao dedo esquerdo da estatua, coisa que foi combinada previamente, e então nos reunimos para discutir. fora alguns guardas nos importunando vez ou outra foi tranquilo essa parte. De repente o pequeno, que estava sumido ate então, aparece, dizendo que quer escalar a escola e entrar agora a noite mesmo. Ninguem se opõe a ideia, e vamos todos segui-lo. Chegando la ficamos de esperar enquanto ele entra e abre as portas por dentro. ficamos na parte de tras da academia(na frente ha guardas da cidade passando de um lado pra o outro). nosso pequenino parceiro parece ter problemas, e eu olho para ver o que acontece, ele parece entalado em algum tipo de buraco. ele consegue se desvencilhar mas no mesmo momento ele cai e o buraco se fecha. os guradas percebem nossa presença, entõ inventamos um desculpa muito esfarrapada por estarmos ali e vamos embora. não sei o que aconteceu, mas sei que algum tempo depois surge o pequenino acompanhado com uma estranha criatura ao seu lado, e ele afirma ser o seu companheiro. bem, pouco me importava, queria uma cama e amanhã planejariamos o que mais fazer
afinal a missão de resgatar a "criatura fora de controle" foi resolvida. mas não tivemos tempo de fazer nada, de repente a teleporter surgiu na nossa frente, disse que era urgente, e teleportou-nos (excetuando o pequeno e a criatura bisonha) para a cidade constructo. la ela disse que teria um novo objetivo para nos. nossas identidades seriam reveladas naquele momento e de repente... surpresa! havia uma cria dos dragões na minha frente, na verdade era o homem que havia distribuido a mascara. contemos qualquer revolta no momento, mas prevejo que no futuro isso acabara por afetar o grupo. o filho das bestas começou a provar isso quando anunciou que o grupo precisava de um lider, uma mão de fero para controlar tudo. claro que impliscitamente ele estava se referindo a si mesmo. tive que intervis com um discurso de que aquele pessoal não precisa de um grupo, todos são iguais, seriamos um uno, isso seria nossa força, não um bando de peões numa mesa de xadrez com um rei controlando. ele conscentiu, mas ainda tenta sempre que possivel tomar as redeas do grupo atraves de seu comportamento deveras agressivo. talvez um dia eu tenha de dar um jeito nisso. mas por enquanto esperemos e vejamos no que da. enquanto isso falamos sobre nosso pequeno colega e seu amigo estranho a teleporter. para resumir eles foram parar do nosso lado tambem. tinhamos um problema com uns cristais pra resolver, e deviamos decidir entre duas missões, construir um forte falso como isca para o arsenal ou... não lembro o outro. enfim, tinhamos de ir atras de um pedaço desse cristal magico que estava em posse de uma elfa negra. sabemos que ela adentrou a academia no mesmo dia que nosso pequeno amigo, e que roubou o cristal de la. a teleporter nos enviou em grupos separados ate as varias entradas da academia, que ficavam cada uma em uma cidade diferente(coisa de magia, os leitores mais leigos provavelmente não entenderão). nos dividimos em duplas, eu fui junto com o pequenino para nossa parte da academia. tinhamos um plano de um local onde deveriamos nos encontrar. nos inscrevemos todos na academia, e no horario marcado nos encontramos. tinhamos de ter cuidado, as paredes tinham ouvidos por la, fizemos um pequeno plano, atravez de um mapa saberiamos onde deveriamos ir e em que horarios
cada um ao seu modo descobriu algumas pistas que nos ajudariam (exceto o barbaro, que apenas arrumou coonfusão e gritaria, como de costume). causamos uma pequena distração e eu e o minusculo saimos, eu pretendia fazer um ritual que nos levasse ate proximo do nosso objetivo. estou cansado de escrever, minhas anotações ficarão agora para depois, mas saibam que regredimos em nossa situação desde que eu comecei meus registros. espero que daqui para frente tudo de certo dessa vez.

domingo, 14 de março de 2010

time do palavrão brasileiro

como fiquei com preguiça de terminar o registro do ultimo jogo deixo aqui esse video, mesmo sabendo que não existe ninguem pra ver essa coisa. mas ta ae, me diverti bastante



diario de campanha: Mua D'ib

Novamente venho aqui registrar os acontecimento de minha mais nova empreitada em Arton. Apos terminarmos com os Azers e os passaros rocas seguia-mos pela floresta ao lado de odin, o barbaro. Estava com ele Emilian Uric, não sei exatamente o que ele deveria fazer, mas era responsabilidade de Odin cuidar dele, eu e Oscar< o anão, precisavamos ir atras de Kellandra. O unico problema era que não tinhamos ideia de como acha-la. iriamos para a ultima localização dela, mas não tinhamos muita esperança de encontrar algo. Um pequeno adendo: eu ouvi falar em minhas viajens sobre a lenda de uma poderosa bruxa que vivia em galrasia. Ela tinha uma misteriosa casa magica com pes de galinha que corri pela selva, e durante a nite ela voava na escuridão dentro de um caldeirão metalico. Dizendo isso qual não foi minha surpresa quando vejo pela selva uma casa vindo correndo em nossa direção, com enormes pernas de galinha embaixo. coloquei-me em prontidão, mas vi que estranhamente o barbaro não tinha medo da casa. a casa chegou perto de nos e então parou, depois abaixou calmamente e suas portas se abriram. Odin entrou na frente, tomando coragem logo eu e Oscar seguimos atras. dentro da casa encontramos um corpo desacordado, de... Emilian Urick! Claro, lembramos o que nos haviam dito: o necromante tem um duplo que o esta representando. O duplo estava morto, e ao lado dele eu vejo não uma edionda bruxa, mas uma linda jovem em pé. Parecia ser muito intima de Odin, e muito amigavel foi conosco. disse que nos daria uma carona, que deveriamos encontrar com o nosso posto de apoio. Voltar tudo ao começo em outras palavras. ao chegar perto da capital somos abordados por um grupo de guardas. Saimos calmamente, e eles dizem que levarão Odin por ter falhado em sua missão. Ate ai tudo bem, mas de repente os guardas me dizem para parar tambem. Eu e Oscar seriamos levados juntos. O odio vinha a minha mente incontrolavel, e quando eles fizeram magos e guerreiros aparecerem em nossa frente para nos intimidar minha revolta foi tremenda. Eu, Mua Dib, representante dos remens, iria ser preso por erros de outrem. Minha colera podia ser vista pelos meus acusadores, e eu vi em seus rostos o medo. Me senti satisfeito, mas antes de sair eis que surge Odin de dentro da cabana com um dedo do verdadeiro emilian uric. Eu olho para os rostos da doce dona da cabana e do meu pequeno companheiro, ambos estão desconsolados com o ao imprudente do barbaro. Toda minha furia pelos guardas se foi, estava depositada no ato ridiculo do barbaro. Sequimos com os guardas então, eu e Oscar indo para nosso posto de comando, enquanto Odin seguindo para o destino de suas ações. Mas eis que me vem a mente: droga, estamos sendo vistos por todos na cidade! A missão de subtefurgio foi por agua abaixo, clerigos e feiticeiros surgiam por toda parte, seguir com os guardas não foi uma boa ideia, uma pessima ideia na verdade. Quando eu estava pensando nas possibilidades de sairmos daquela situação vem uma imagem de terror a nos. Estavamos cercados de minotauros, nossos "contratantes" e eles não pareciam nada felizes. Minha cabeça zunia pensando nas possibilidades. Agora eu e Oscar deveriamos lidar com a estupidez de nossas, ações. Fomos forçadamente conduzidos para longe do local onde parecia ser a sede de justiça, se não queriam nos julgar o que queriam então? Trancados fomos numa sala escura. Suas paredes não conseguiamos penetrar, não tinhamos ideia do que estava acontecendo em nossos arredores. De repente a sala começa a ser inundada, um buraco se abre em uma das paredes e jorram litros de agua em nos. O barbaro tem a ideia de entrar pelo buraco e ver onde iria dar, eu não achei uma ideia das mais interessantes, mas na falta de qualquer outra coisa eu, Odin e a cleriga o seguimos. Para minha surpresa a ideia do barbaro tinha dado certo, saimos de la, estavamos salvos. Ledo engano. Olhei aos meus arredores ao sair, e constatei que estavamos dentro de algum tipo de arena para gladiadores. Via um publico fervoroso gritando por sangue. Via nas sacadas homens com cajados brilhantes, olhando fixamente para nos, não pareciam querer que saissemos dali. Vi espalhado pelo chão ao nosso redor corpos em decomposição, seu cheiro podre entrando em minhas narinas. Então escutamos o ranger de portões se abrindo, e de dentro deles saltando homens sapo armados e com cara de poucos amigos. Eu ja tinha visto alguns desses em minhas andanças, são chamados buliwings(off: mestre corrija a escrita, não sei como é), mas esses pareciam muito mais bem armados que os que eu ja enfrentara. Se provaram menos do que dignos de minha atenção quando a batalha mal começou e seus corpos cairam apos um ataque de meu companheiro. O barbaro resolveu correr para destroçar os outros. Mas algo começara a acontecer: agua começou a encher o campo. Os nossos adversarios erm seres anfibios, talvez o campo fosse dar alguma vantagem a eles. Mas era algo muito pior... Olhavamos calmamente Odin contentemente abater adersarios quando eu de repente senti um puxão. Eu estava debaixo d'agua, não conseguia respirar, ao olhar para baixo uma criatura reptiliana havia prendido minha perna e me puxava para baixo enquanto eu tentava desesperadamente me libertar. Ao olhar para o lado vi que Oscar havia caido na mesma armadilha que eu, mas eu rapidamente consegui me desprender da besta, mas quando emergi Oscar não estava ao meu lado. Não podia me preocupar com isso agora, tinha de pensar em como eu sobreviveria. Olhei para o barbaro, ele ainda atacava os batraquios, enquanto eles lutavam tambem contra a besta. Tentei avisa-lo para que os deixassem vivos para que nos ajudassem, mas ele não me escutara, sua furia descontrolada o havia dominado e ele matara a todos, enquanto 4 cabeças reptilianas se erguiam da agua e tentaram nos atacar. eu me afastei um pouco, puxei minha ocarina e invoquei minha furia atraves dos sons e da melodia que eu fazia. Minha ira se juntava aquele belo som, e com a pura energia arcana que eu liberava feitiços se formavam e eram lançados por sobre criatura. Tentei entrar na mente da besta, confundi-la e desorienta-la, para que os outros assim pudessem acabar com ela. Viamos que embora baessemos nela ela era muito resistente, e quando começamos a feri-la de verdade mais uma surpresa: nos arrancamos uma cabeça dela, duas outras surgiram no lugar. Ja tinha visto hidras antes, é claro, mas aquela era a primeira que eu via realizar tal feito.
Eu quse fui abatido por duas vezes durante o combate, mas usei minha magia para me curar, por pouco sobrevivi. Para que eu não morresse pensei numa estrategia que talvez terminasse numa terrivel perda. entrei na mente da besta e mandei que ela seguisse em direção a Odin. Eu e Oscar ficamos livres, enquanto a besta atacava freneticamente Odin. Esperava ao menos que ele aguentasse um pouco mais, sabia que em pouco tempo derrotariamos a besta. Eu penosamente via a besta rasgar a carne de Odin aos poucos enquanto eu e Oscar a atacavamos. Ela mal conseguia acertar Oscar, e tinha dificuldade em chegar perto de mim, então la ficou. depois que o barbaro caiu eu lembrei-me de meus ensinamentos nas selvas.Lembrei de como invocar a furia do trovão e da tempestade. Raios sairam das pontas de meus dedos e acertaram a criatura, destroçando que sobrou dela. Apos isso viamos uma multidão em polvorosa, acenando e nos aplaudindo. Um de nos estava quase morto, eu e meu colega Oscar estavamos totalmente sem energia. O que for que viesse a acontece agora, estavamos a merce de quem nos abordasse. Nosso destino era apenas esperar e rezar a Azer para que tudo termine bem.

segunda-feira, 8 de março de 2010

registros de um deva: por Tabriss

Eu existo. abro os olhos, vejo tumulos ao meu redor, imagens de estatuas de deuses arrasadas. minha mente esta nublada, tudo que consigo lembrar é uma imagem: um enorme dragão metalico de cinco cabeças. Seu nome: Bahamut, o dragão de platina. Eu era uma extensão de seu poder. Eu existia unicamente para servi-lo, essa era a unica certeza em minha mente naquele momento. As coisas estavam nubladas em minha mente. Enquanto eu andava olhei para mim mesmo em um espelho quebrado: tinha quase 2 metros de altura, pele toda roxa, exceto por uma enorme faixa branca horizontal que rodeava minha cabeça bem na parte dos olhos, olhos prateados sem pupila. Eu vestia roupas simples, ao mesmo tempo que majestosas. Havia uma arma em minha cintura, eu a desembanhei e comecei a maneja-la. Eu era bom nisso. Mais coisas vinham a minha mente. Eu sabia da existencia de outros adoradores de meu deus, eles não eram igual a mim, não fariam de tudo por Bahamut, não venderiam sua alma para servi-lo, estariam achando que quebrariam o codigo. Não ha codigo quando se trata de servir ao grande deus. Eu tinha poderes tambem, poderes que nenhum deles sequer imaginava possuir um dia, alguns talvvez tivessem certos poderes tambem, mas servindo a finalidades diferentes. Sabia que deveria encontrar uma localidade onde houvesse grande concentração desses seres, um local onde bahamut fosse adorado em toda sua grandiosidade. Eu desci uma montanha, e procurei por dias, semanas, meses. Achei um grande aglomerado dessas pessoas, Eu me comuniquei co m o alto sacerdote do local, ele de algum jeito ja sabia que eu era. Todos me olhavam espantados por onde eu passava, aquelas pessoas pequenas, com peles rosadas, alguns me chamavaam de anjo. Eu não sou um anjo, anjo são criaturas imortais que escolheram servir aos deuses por propositos egoistas, simplesmente porque eles achariam que os deuses venceriam a guerra contra os primordiais. minha raça eram de mortais poderosos, nos sentimos o toque dos deuses em nossas almas, e decidimos por nossa alma a sua disposição apesar de todos os perigos. quando a guerra acabou vinhemos a esse mundo, em busca de mais sabedoria e de transmitir a palavra dos nossos deuses. Eu fui recebido com honra e ao mesmo tempo desconfiança pelos clerigos daquele templo. Alguns tinham bastante receios quanto a minha presença ali. Fiquei la e observei, vi muitas coisas maravilhosas naquela cidade, e muitas coisas deploraveis. Haviam pessoas que tinham luxos e conforto, ao mesmo tempo que haviam pessoas que sofriam com a escasses em suas vidas. Um teste dos deuses pela sua fe, com certeza. Eu vi um clerigo fervoroso, que tentava levar sua fe a essas pessoas, e ajuda-las em tudo. eu o acompanhei bastante, apenas olhando sua dedicação, embora ele parecesse um dos mais receosos quanto a minha presença. Mas eu tinha o pressentimento que ele era um dos grandes escolhidos pelo dragão de platina, e o tempo acabou me provando que eu estava certo. um dia eu comecei a meditar, mas minha mente ficou confusa. Eu via Bahamut sofrendo, envolto em nuvens e chamas. Eu conseguia o~uvir uma agitação na cidade, mas não podia sair do meu transe, estava tentando entender aquilo, talvez meu deus me desse algum sinal sobre o que estava por vir. Eu uma hora vi uma lagrima descendo por cada uma de suas, cabeças, ele estava muito triste, por algum motivo. Eu sai do transe ao ouvir dois gritos que penetraram profundamente meu ser. Eu corri ate a prota do aposento de onde vieram os gritos, e sorrateiramente entrei. vi a estatua de meu deus deus profanada, e dois de seus seguidores desacordados no chão. Ao chegar mais perto vi que estavam mortos, mas estranhamente não havia sinal de luta, e seus corpos não pareciam danificados. O sumo sacerdote da cidade, Armus, veio correndo em minha direção, dizendo que eu precisava urgentemente entregar algo importante ao sacerdote o qual eu falei antes. Eu ofereci minha ajuda, mas ele disse que o pergaminho era importante, e que ele cuidaria de tudo ali. encontrei logo meu companheiro de fé, e entreguei-lhe o pergaminho. Contei-lhe o que havia acontecido e ele desesperado correu ate o templo, mas nada mais havia la. Estranho. Ele abriu o pergaminho e la estava escrito uma mensagem sobre uma missão que Armus iria entrar, mas não dava detalhes. Algo veio a minha mente, mas logo removi aquele pensamento da minha cabeça. Encontramos uma serie de outros seres, os quais o sacerdote disse que eram nossos colegas. Ele falou que o grande sumo sacerdote os contratou para descobrir o que havia acontecido com a cidade. o sacerdote disse que deveriamos ir ao semiterio, havia um corpo la o qual ele precisava ver. Enquanto andavamos eu via os corpos das pessoas estirados pelo chão, uma visão horrivel, foi realmente uma calamidade terrivel que aconteceu enquato eu tentava compreender o que acontecia ao nosso deus. Chegamos ao cemiterio e o corpo foi desenterrado, mas não tivemos nenhuma conclusão muito reveladora, a não ser que aquela mulher, a qual o sacerdote disse que era um oraculo, teve um fim igual aos meus dois colegas: magia. Voltamos ao templo, onde meu colega decidiu que fariamos uma reunião muito bem privada. Ele tinha o mesmo pensamento que eu tive, e agora minha terrivel duvida virou uma certeza: Armus estava envolvido naquela empreitada. Ele saiu com alguns outros em busca de mais informação, enquanto eu mostrei o templo e os outros sacerdotes locais a um estranho humano que estava no grupo de meu co mpanheiro. Ele fazia algumas perguntas um pouco sem logica a mim e aos outros sacerdotes, mas tudo bem. Vendo melhor a estatua do meu deus, vi que ela foi profanada de algum jeito não fisicamente novamente: ela estava velha e ficou corroida por efeito do tempo, não do ataque de uma pessoa. Magia novamente, com certeza. Enfim os outros chegaram, o sacerdote disse que queria checar algo em alguns velhos lugares que haviam por ali, e todos nos seguimos com ele. Ate agora essa é minha historia. O que vira a seguir? So Bahamut poderia saber.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Mua D'ib, primeiro registro

Tinha tudo para ser um condenado, nasci com a macula da tormenta em meu sangue, essa praga nefasta que assola arton, mas não. Eu nasci entre o povo Fremen, o povo do deserto, la eu era considerado uma dadiva, não uma maldição. eu cresci entre eles, aprendi a sobreviver no deserto entre suas criaturas nefastas. me tornei um menestrel, mas não um qualquer. estudei os tomos antigos, a sabedoria Fremen suprema. Me tornei um mestre da suprema arte, a musica e a magia são minhas maiores aliadas. segui com outros pelo mundo, queria descobrir tudo sobre os mais reconditos cantos desse lugar. as vezes acho que descobri coisas ate que não queria. sempre que me juntava a algum bando meus companheiros caiam, um a um. Tudo que sobravam eram minhas historias para louva-los. Sera que os Fremens estavam errados? Seria realmente eu uma abominação, fadada a destruir tudo que toco. não escrevi apenas o nome dos outros em minhas anotações. por muito tempo resolvi viajar sozinho, e meu nome eu gravei, não apenas em um livro, mas em todo o globo. aprendi com uma tribo nas selvas de odara como fazer qualquer som que eu gere retumbar como os trovões de uma tempestade. agora voltei a minha terra. Descanso ao lado dos meus colegas enquanto conto a eles minhas aventuras. stilgar, o chefe do sietch em que vivemos esta velho. alguem mais jovem em breve ira desafia-lo pela liderança. muitos esperam que seja eu. não sei se quero isso. sou um viajante. e teria de matar um velho amigo. não me parece certo. Mas para aliviar minhas preocupações eis que surge uma surpresa: Gunder, meu amigo Fremen que um dia tambem saiu em viajem pelo mundo, mas ao contrario de mim ele resolveu se fixar na capital do reino. Sorete dele, se tivesse continuado comigo provavelmente sua agua não estaria mais no seu corpo. Enfim, ele vai se casar com uma nobre do reino, ele mesmo ganhou muito dinheiro e se tornou um cidadão respeitado de muito prestigio. Se voce olhar pra ele hoje nunca diria que aquele homem um dia caçou vermes com espadas enferrujadas em suas mãos. Ele manda uma carta para mim, quer que eu seja seu padrinho, quem diria. Não sei se a culpa foi da minha eterna maldição( sim, agora tenho quase certeza que isso não é algo bom, como dizem os Fremens) mas tudo deu errado. O casamento era celebrado por Elion, grande cleriga de Avandra, a deusa da paz (e das meretrizes!), é raptada por uma mulher montada em um enorme dragão. tudo se passa muito rapido, nem eu com meus ageis sentidos consegui me perceber direito no meio daquela situação. Tive uma proposta de ir em busca da noiva, receoso aceitei, mas apenas pela felicidade de Gundrel. Soube que ele partiria em breve para a guerra, e aquela rapariga era muito bem quista por ele. Nos foi apresentado um plano no minimo audaz: tentariam construir um colosso gigantesco para enfrentar o mestre arsenal, um clerigo da guerra e da matnça, o qual estava para projetar um colosso poderosissimo para causar ruina em arton. Soubemos que o nome da raptora era Keilandra, e nos fomos em direção ao reino de Allen, onde encontrariamos um grupo para nos auxiliar. esses infelizes foram quase dizimados antes mesmo de me conhecer, apenas um barbaro restava, lutando ferozmente contra anões flamejantes montados em passaros rocas gigantesco. eu e o anão da colina que estava ao meu lado fomos auxilia-lo, foi uma batalha epica, pulavamos em cima dos passaros e lutavamos agarrados a eles contra os anões do fogo, enquanto o barbaro incorporava espiritos da natureza e destroçava os inimigos eu usava minha canção para atacar a mente dos adversarios, e o anão... bem ele ajudava como podia. ao terminar Keilandra ja se encontrava longe. so nos restava agora acompanhar furtivamente o barbaro (um barbaro andando furtivamente? realmente, eu não conheci tudo nesse mundo) ate sua jornada para encontrar Emilian Urick, um necromante sabio e poderoso, que devera nos ajudar nessa jornada. E que os deuses tenham piedade das almas desses que me acompanham, pois o futuro deles pode estar ja escrito pelo simples fato de estarem numa missão ao meu lado...