quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Estavamos então dentro do forte, dezenas de cadaveres pelo chão. Ao entrarmos, sem nenhum cuidado, previsivelmente a porta se fechou atras de nos. Como eu, um aventureiro experiente e habilidoso, cai nesse truque tão simplorio. Provavelmente o clima macabro não ajudou muito meus pensamentos. Na parede havia um estranho aviso, algo sobre aqueles que entrassem no forte deviam ter a bravura em seus corações ou dali jamais sairia. Traduzi aquilo em poucas palavras para meus companheiros e então seguimos adiante. Nessa hora Odin surge como que por milagre la dentro(leia-se forçada do mestre para o bem da aventura) e então ouvimos uma voz macabra demoniaca. Eu desafio a voz (levado pelas escrituras, eu deveria demonstrar coragem absoluta, ou assim havia entendido). Toda a luz se apaga, não conseguimos acender nem com magica.Senti o ser macabro a minha frente, seu halito quente soprando em meurosto, o cheiro de enchofre penetrando profundamente em minhas narinas. Os mortos começam a arranhar nossos pes com garras frias e fazem feridas profundas e dolorosas. Então me agarro em uma das grades(esqueci de dizer, haviam varias celas com prisioneiros dentros, mortos logico, e que aparentemente haviam se trancado por dentro)e de la chamei meus colegas para que meus poderes magicos curassem suas feridas e fechassem seus sangramentos causados pelas garras infectas dos mortos no chão. Praguejei novamente contra o enorme demonio, atacando sua corajem e honra. Ele deve ter se sentido deveras ofendido, pois senti na minha pele duras retribuições as minhas palavras. Naquele momento me lembrei do mago do conselho, e de suas palavras. Eu era um filho da tormenta. Um meio demonio, um lefou. Eu não seria derrotado por aqueles demonios inferiores. Algo me veio do fundo da alma, um sentimento ao mesmo tempo pertubador e prazeroso. Falei novamente ao demonio, e quando o fiz vi que minha voz tinha mudado. Percebi que todo meu corpo havia mudado. As sombras se foram juntamente com o monstro. Não sei direito no que havia me transformado, nem o que aconteceu, sei que todos os meus companheiros estavam incomodados com minha nova aparencia, então me acalmei e atraves do meu controle mental supremo voltei a minha forma habitual. Vimos então uma entrada no forte, eu e o ranger fomos na frente, e subimos uma escada em espiral, la em cima tinhamos um salão com 8 portas e uma outra escada, decidimos então explorar as portas antes de subir. Cada uma continha coisas mais bizarras que a outra, mas a que mais me chamou atenção foi uma com varios livros e anotações nele. Comecei a ler mas de repente tudo começou a pegar fogo, ainda consegui pegar um dos livros, mas saimos correndo da torre. A escuridão havia voltado, mas o barbaro elemental tinha um as na manga: ele tinha um tipo de buraco portatil, no qual gurdava um hipogrifo(pq ele não nos mostrou isso antes? barbaros...) ele nos levou para fora, e resolvemos que voltariamos no dia seguinte, a luz do dia provavelmente seria muito mais seguro. Como planejado acampamos e voltamos no dia seguinte, ja renovados. Seguimos o mesmo caminho, dessa vez sem nenhum demonio para atrapalhar. Subimos as escadas novamente, e la encima entramos em uma das portas a esquerda a qual ainda não haviamos aberto, encontramos um vulto de uma mulher encima de uma cama. Não conseguiamos ve-la direito, e Odin corajosamente tentou falar com ela. Ela insistiu para que ele se aproximar, e ele corajosamente o fez. Infelizmente ambos desapareceram quando ele adentrou as cortinas...
O forte. Chegamos a essa missão que ja vinha nos perseguindo a tempos. Muitas vezes tomamos outros caminhos, mas aqueles que foram designados para ca todos pereceram. Eles precisavam de alguem de primeira linha. Então fui mandado com um grupo totalmente estranho para mimnão sabia das capacidades totais dos outros, alguns eu ja tinha visto atuando uma ou duas vezes, mas no geral não me eram muito conhecidos. O arqueiro mortal das terras gelidas, uma maga amiga de odin e do desprezivel draconato de tmpos atras e tambem um tipo de barbaro com estranhas e profundas ligações com a terra. Estavamos la a porta do lugar, cada um fazendo o que podia para anlizar a situação, eu estava usando minhas palavras para encantar o arqueiro, o mago estava realizando rituais para observar o que tinha dentro do lugar e o barbaro... bem, o barbaro bebia. apos algum tempo a maga descobriu que haviam demonios infestando o local, então começamos a planejar como entrar, ou melhor iamos começar, mas o barbaro prontamente destruiu a porta, ativando assim uma armadilha que o deixou em chamas por algum tempo. Entrando no patio antes do forte propriamente dito sentimos um clima morbido permeando todo local, corpos por todo chão, o ambiente transmitia insegurança. Algumas dezenas de metros a frente outro portão, dessa vez o barbaro explodiu ele com um pequeno item alquimico, o qual não consegui prestar muita atenção.continua...