domingo, 4 de abril de 2010

De repente sentimos uma sucção abaixo de nós. desorientados somos sugados para baixo, como se estivessemos em uma descarga das cidades tecnologicas do norte. Fomos mandados pra baixo, um recepiente parecido com um aquario. estavamos la eu, Odin e Orin. A cleriga inutil parecia ter desaparecido. Não que fosse fazer alguma falta. O barbaro tentou destruir, sem sucesso, as paredes de "vidro" do aquario. Eu deduzi que magia tambem não ajudaria naquela situação. Um homem obeso juntamente com um minotauro surgem pela porta. O gordo desenrola o papel e coloca-o no vidro para que eu leia. Uma experiencia com seres da tormenta havia dado errado. Um mago havia se fundido a uma experiencia magica feita por eles. Idiotice. Deveriamos ir ate a criatura e mandariamos um colega do mago tentar alcama-la. De repente surge das sombras uma outra pessoa, a qual não havia notado antes. Depois o pergaminho se desfaz. Isso era em troca de nossa liberdade e da promessa do reinado nos deixar em paz. Queriam tambem que tirassemos nossas identidades, nossos nomes e nossos rostos. Bem, faria essa missão e depois eu pensaria nisso. Ao terminar esses contratempos voltaria ao meu povo, onde não precisaria me esconder de mais nada. Talvez ate antes disso eu mude essa prerrogativa, meu poder aumenta a cada dia, a cada dia meu conhecimento sobe e minha magia se torna mais forte. Não serei intimidado por nenhum mortal por muito tempo, assim diz Mua D'ib. mas por enquanto ficaremos assim. Eu digo que aceitamos a proposta, qualquer problema eu falo para meus colegas destruirmos a criatura. Somos levados ate uma sala onde um homem obscuro (todos são obscuros nesse lugar!) distribui mascaras para nos. As mascaras tinham propriedades magicas, e nos faziam assumir determinada forma que escolhessemos(apos escolhida a forma não pode ser alterada). eu fiz um mouro, mais normal possivel. Oscar continuou um anão, mas mudou completamente seus traços. Odin mudou a cor do seu cabelo e d sua barba(o.0). Dando continuidade saimos do lugar, nossa missão se resumia em entrar na academia, achar a criatura, colocar o pequenino la dentro e vermos o que acontece, apos isso saimos. Facil, simples rapido. Mas tinhamos de complicar. Entõ complicamos. Estavamos exaustos, fomos ate uma taberna, na qual Odin fez questão de gritar aos quatro ventos que era um criminoso procurado, mas enfim, eu e orin fomos dormir, apos darmos nomes falsos(olavio o meu). apos acordar eu fui em direção ao dedo esquerdo da estatua, coisa que foi combinada previamente, e então nos reunimos para discutir. fora alguns guardas nos importunando vez ou outra foi tranquilo essa parte. De repente o pequeno, que estava sumido ate então, aparece, dizendo que quer escalar a escola e entrar agora a noite mesmo. Ninguem se opõe a ideia, e vamos todos segui-lo. Chegando la ficamos de esperar enquanto ele entra e abre as portas por dentro. ficamos na parte de tras da academia(na frente ha guardas da cidade passando de um lado pra o outro). nosso pequenino parceiro parece ter problemas, e eu olho para ver o que acontece, ele parece entalado em algum tipo de buraco. ele consegue se desvencilhar mas no mesmo momento ele cai e o buraco se fecha. os guradas percebem nossa presença, entõ inventamos um desculpa muito esfarrapada por estarmos ali e vamos embora. não sei o que aconteceu, mas sei que algum tempo depois surge o pequenino acompanhado com uma estranha criatura ao seu lado, e ele afirma ser o seu companheiro. bem, pouco me importava, queria uma cama e amanhã planejariamos o que mais fazer
afinal a missão de resgatar a "criatura fora de controle" foi resolvida. mas não tivemos tempo de fazer nada, de repente a teleporter surgiu na nossa frente, disse que era urgente, e teleportou-nos (excetuando o pequeno e a criatura bisonha) para a cidade constructo. la ela disse que teria um novo objetivo para nos. nossas identidades seriam reveladas naquele momento e de repente... surpresa! havia uma cria dos dragões na minha frente, na verdade era o homem que havia distribuido a mascara. contemos qualquer revolta no momento, mas prevejo que no futuro isso acabara por afetar o grupo. o filho das bestas começou a provar isso quando anunciou que o grupo precisava de um lider, uma mão de fero para controlar tudo. claro que impliscitamente ele estava se referindo a si mesmo. tive que intervis com um discurso de que aquele pessoal não precisa de um grupo, todos são iguais, seriamos um uno, isso seria nossa força, não um bando de peões numa mesa de xadrez com um rei controlando. ele conscentiu, mas ainda tenta sempre que possivel tomar as redeas do grupo atraves de seu comportamento deveras agressivo. talvez um dia eu tenha de dar um jeito nisso. mas por enquanto esperemos e vejamos no que da. enquanto isso falamos sobre nosso pequeno colega e seu amigo estranho a teleporter. para resumir eles foram parar do nosso lado tambem. tinhamos um problema com uns cristais pra resolver, e deviamos decidir entre duas missões, construir um forte falso como isca para o arsenal ou... não lembro o outro. enfim, tinhamos de ir atras de um pedaço desse cristal magico que estava em posse de uma elfa negra. sabemos que ela adentrou a academia no mesmo dia que nosso pequeno amigo, e que roubou o cristal de la. a teleporter nos enviou em grupos separados ate as varias entradas da academia, que ficavam cada uma em uma cidade diferente(coisa de magia, os leitores mais leigos provavelmente não entenderão). nos dividimos em duplas, eu fui junto com o pequenino para nossa parte da academia. tinhamos um plano de um local onde deveriamos nos encontrar. nos inscrevemos todos na academia, e no horario marcado nos encontramos. tinhamos de ter cuidado, as paredes tinham ouvidos por la, fizemos um pequeno plano, atravez de um mapa saberiamos onde deveriamos ir e em que horarios
cada um ao seu modo descobriu algumas pistas que nos ajudariam (exceto o barbaro, que apenas arrumou coonfusão e gritaria, como de costume). causamos uma pequena distração e eu e o minusculo saimos, eu pretendia fazer um ritual que nos levasse ate proximo do nosso objetivo. estou cansado de escrever, minhas anotações ficarão agora para depois, mas saibam que regredimos em nossa situação desde que eu comecei meus registros. espero que daqui para frente tudo de certo dessa vez.