sexta-feira, 29 de outubro de 2010


Finalmente chegamos a ilha flutuante, la aportamos, ja sem nenhum plebeu vivo, e com draconus prestes a sucumbir ante a maldição da luz eterna. Apos uma breve discussão entre ele e maurog, eles decidiram se engalfinhar e maurog o desacordou. Foi melhor assim. Vimos uma cidade bem ao longe, uma torre enorme no que parecia ser o centro da ilha, e um pouco mais proximo havia uma colina em chamas(?!) e uma pequena vila proxima. fomos ate a vila, um local desolado, com pessoas feias e miseraveis por todos os cantos. O "prefeito" da cidade veio nos receber, pelo visto eles não tinham muitos visitantes, aos cuidados de sua filha deixamos draconus e então fomos em direção a sua casa, onde mais tarde ele nos alojou(por uma pequena soma em dinheiro, logico). Ele nos disse que a cidade passava por uma serie de problemas, uma colina em chamas havia surgido do meio do nada nas proximidades dela e haviam acontecido uma serie de desaparecimentos estranhos ali perto. Apos discutirmos um pouco sobre se iriamos permanecer juntos ou se iriamos tomar nosss rumos proprios, decidimos por ficar juntos, pelo menos durante mais algum tempo. Decidimos tambem ir investigar os desaparecimentos misteriosos que estavam acontecendo proximo a um pantano. Fomos então ao local do ultimo incidente. La montamos uma armadilha elaborada, que consistia em deixar mike como isca ate que alguem tentasse vir mata-lo. Resumindo, apos uma ardua batalha conseguimos capturar um dos seres(por sinal eram sapos super-desenvolvidos que estavam atacando. Enfim, apos um exaustivo interrogatorio, com direito a varias torturas, fomos com ele em direção ao que ele dizia ser a toca de sua tribo. Chegando la haviam os lideres deles, aos quais eles faziam sacrificios para mante-los calmos e que os oprimiam. Conseguimos fazer os amigos dele colaborarem e por fim enfrentamos os seus chefes. Uma batalha ardua, na qual o principal integrante do grupo caiu varias vezes, e esteve a beira da morte. Mas, felizmente, ele sobreviveu, firme e forte(embora tenha perdido dois membros no processo). De volta para a vila eu pude conseguir um quebra-galho para mim, fiz um braço e uma perna de madeira, com eles nos resolvemos partir para a cidade, onde eu poderia fazer alguma coisa melhor para me sustentar. continua...

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Maurog



Parte 1: Nascimento, a vida na vila anã!
Era um dia sombrio mesmo pra uma uma ilha afetadas pela luz eterna , um jovem anão caminhava de uma lado pra outro na sala de uma pequena cabana , visível mente nervoso mas não era pra menos no quarto sua mulher estava dando a luz ao seu primeiro filho e como a maioria dos anões ele ansiava por um filho varão q continuasse com sua linhagem . Mesmo com a ajuda da shaman da tribo q era conhecida como devota da água e da vida o parto apresentava problemas sérios com grande chance do beber não nascer com vida ai então quando aquele parto não parecia q iria ser bem sucedido ES q um raio inexplicavelmente vara o teto da cabana jogando a shaman e a parteira de encontro a parede e acertando em cheio a barriga da grávida . Alguns segundos depois o pai adentra o quarto e se depara com a cena da cama pegando fogo e sua mulher desfigurada por conta do raio e dentre as labaredas ele escuta um choro , rapidamente cobre o roto e avança sobre as chamas atraz de seu filho , seus urros de dor e o cheiro de carne queimada acordam a shaman q ao ver aquela sena lancha uma magia de criar água sobre o anão e o ajuda a sair da cabana , La fora todo chamuscados com varias cicatrizes de queimaduras fortes e sendo tratadas pela Shaman ele observa sua cabana ser totalmente queimada e dentro dela sua devotada esposa e ao sentir com um vento o cheiro dela com de carne queimada ele solta um urro de dor e tristeza q so é silenciado pelo choro da criança q esta em seus braços e por um breve momento ao olha-la o anão consegue esquecer sua dor ao ver seu filho são e salva em seus braços.
Muitos anos se passaram ate o incidente da cabana e agora aquela criança já adolescente recebera o nome de Maurog por seu pai . Apesar de parecer saudável e normal pairava sobre ela um ar de mistério e era tratada com suspeita por todos da vila dês dos anciões ate pelas crianças mais novas por causa do incidente de seu nascimento , os únicos q não pareciam ter medo ou pelomenos não alteravam seus humores na sua presença era seu pai e a Shaman q ajudou em seu nascimento apesar q o grande interesse por essa ultima pelo pequeno anão ser um pouco suspeito pois ela geralmente demostrava mais interesse em coisas dos espíritos da natureza q pelos seus semelhantes.
Apesar de tudo maurog tinha uma vida tranqüila , seu pai lhe dava afazeres corriqueiros como corta madeira e ajudar na caça e devez enquanto quando estava tudo calmo o ensinava a arte de brandir um machado pesado símbolo dos homens de sua família . Já a shaman o observava constantemente e quando não estava sobre as assas protetoras do sue pai ela o arrastava ate sua cabana ou a floresta e ensinava coisas sobre os espíritos e sobre e as vezes parecendo uma brincadeira o colocava sobre pequenos testes para vê a reaçao dos mesmo a sua presença e como ele se sairia.
Mas ao contrario da vida aparentemente “perfeita” de maurog a vila passava por dificuldades , uma recém descoberta de um novo veio de metal estava trazendo dor de cabeças aos chefe da vila pois o metal tão precioso encontrado tinha como veio principal as terras de orc do outro lado da montanha(se vc achar bom ter outra raça como inimigo eu aceito dicas) e esses mesmo já tinhao entrado em confronto varias vezes com tal vila , mas a arrogância e o forte sentimento de posso sobre aquele veio afinal foram eles q encontraram primeiro fez com q o chefe declarasse q aquela parte das terras pertenciam a sua vila Ana e então os conflitos começaram. A guerra chegou a tla ponto de ferocidade q os orcs fizeram um ataque fulminante a vila Ana matando aqueles q encontravam em seu caminho pouco importando se era algum guerreiro anão ou alguma criança ou mulher Ana . Nesse ataque foi q ao ver seu pai defendendo a porta de sua casa contra 3 orcs de uma vez e sendo derrotado pro eles sangrando muito devido a vários golpes recebidos q maurog tomado por um espírito de desespero+fúria correu para acudir seu pai e nesse momento foi q sua pele começou a tomar forma de medra e suas juntas saião pequenas faíscas elétricas . tal visão pegou os orcs desprevenidos e os fez desistir da cabana de maurog deixando seu pai ensangüentado apoiado em seu machado para não cair a frente a mesma então maurog ajudou a seu velho pai a entrar e depois segurando um machado com dificuldade tomou sua posição a frente da cabana , por sorte sua aparência era mais aterradora q sua habilidade com machado fazendo os orcs q ali chegavam desistirem e irem a outros alvos , no final ambos os lados receberam muitas baixas e a vila Ana tinha sido parcialmente destruída, maurog no final do embate exausto tinha caido desmaiado na frente da cabana e voltado a sua aparência normal foi entao q a shama o arrastou pra dentro e cuidou dele e das feridas de seu pai.
Algum tempo depois seu pai sendo tratado pela shaman estava preocupado com oque tinha visto e temia pelo futuro de seu filho tanto por causa da guerra quanto pelo q presenciou da forma bizarra q ele tinha tomado naquele instante foi então q a shaman se aproveitou desse momento e falou com Rocstone sobre sua suspeita q maurog tinha sido agraciado com algum espírito primitivo forte ao nascer e q ela já o via estudando e observando dês daquela época então a mesma pediu para q o velho anão o deixasse em seus cuidados onde ela partiria daquela vila com seu filho para ensinar a ela como viver com tal espírito. Com a idéia q aquilo afastaria seu filho da guerra o Rocstone aceitou a proposta e assim começou a jornada de maurog para saber quem de fato ele seria em seu interior.
Parte 2: a vida com uma Shaman
O primeiro ano de convivência com a shaman foi muito estranho para maurog afinal caçar e tratar a própria comida assim como não ter um local certo para durmi muito menos com o conforto de sua antiga casa e esta sempre a mece da luz eterna o deixavam perturbado mas o contato com a terra estranhamente o deixava com uma paz de espírito q nem ele saberia explicar oque estava sentido . Todos os dias o shaman lhe ensinava algo novo tanto de como sobreviver quanto sobre os espíritos mas claro uma vida numa floresta dominada pela luz eterna não era fácil , maurog perdeu as contas de quantos perigos passou mas no meio desses desarranjos ele conheceu um casal de halfilings chamados Tico e Mia q os poderia ter considerado amigos se não tivesse de ficar sempre de olhos abertos por causa dos hábitos alimentares dos dois (sim era canibais mas isso não assustou a shaman pq era uma pratica comum entre os halfilings daquela região isso pq conta as lendas q eles tiveram dessedentes de um certo local chamado dark Sun mas muitos acham q era somente parte da luz eterna q os afetava na floresta). Eles so não tentaram ter maurog pro jantar pq a shaman era reconhecida como espírito da floresta então voltaram sua fome pra qualquer aventureiro/ladrão/comerciante que desavisada mente entrasse no seu território mas claro nunca avisavam nem a maurog nem a shaman q iam caçar para q eles não os impedissem (apesar q maurog sabia da força de ambos e não queria virar alvo pro próximo almoço) .
Nos anos seguintes maurog mais parecia um bicho q um anão, com algumas cicatrizes e um jovem olhar mais ameaçador e um machado cheio de manchas de sangue ele já tinha conseguido bastante experiência tanto na floresta quando com a ajuda de sua tutora de conseguir domar em parte a força da natureza q batia em seu peito agora ele já conseguia liberar sua verdadeira forma 1 ou 2 vezes por dia dependendo do teor das batalhas q tinham acontecido, nessa sua nova vida ele já tinha experimentado muita coisa ,dês de ferozes batalhas a ensinamentos profundos pela tutora ate a experimentar uma vez sendo enganado pelo halfilings a saborear carne humana mas claro ele ficou revoltado na hora mas depois devido a fome dos tempos difíceis q estava passando terminou o resto do prato com ferocidade(eram tempos difíceis de seca e quase nenhuma caça)mas aquilo nunca mais se repetiu mas maurog confirmou q aquele prato tinha gosto único e estava delicioso.
Anos se passaram e maurog não era mais um adolescente e sim um jovem varão cheio de vida e curiosidades pelo mundo mas já sua tutora não poderia dizer o mesmo. Velha com os anos pesando em suas costas já não podia fazer muito por sigo mesma quanto mais por aquele jovem q tinha um olhar de aventura encrustado e sede pelo novo em sua garganta. foi então q um dia sentindo q sua vida não duraria muito mais , chamou maurog e lhe deu um mapa com algumas moedas e mandou-o embora avisando-o para ter cuidado e q seu aprendizado sobre o seu espírito ainda não esta terminado q daqui pra frente ele mesmo teria de aprender oque a montanha e o trovão tinham lhe presenteado, então com pesar aquele jovem anão juntou suas cosias e partiu pela segunda vez de sua casa deixando a pessoa q mais amava para traz.
3- Chegada a cidade e vida como mercenário!
Depois de uma longa viajem chegando na cidade maurog ficou deslumbrado pois era muito maior e populosa q a vila q morava quando criança , tantas pessoas q todos os tipos o cativaram e ao mesmo tempo o deixaram com temos pois estava acostumado a vida selvagem de revezar entre a floresta e o deserto e como era um jovem inexperiente na cidade não se viu com muita chances na mesma logo teve problemas com seus hábitos de dormir onde quisesse sendo enxotado parias pezes por durmi em lugar impróprio fora algumas batalhas em pecos escuros contra ladrões q tentavam subjuga-lo para ou levar seus poucos pertences ou para faze-lo de escravo no mercado negro . Foi então que se achou com sorte pois no mural de empregos tinha o aviso q a Gilda de mercenários estava contratando , foi então q maurog achou q o destino tinha lhe sorrido afinal se torna mercenário lhe parecia um convite e tanto para aventuras , logo ele pegou o aviso e correu o mais rápido q pode para a sede da guilda. Chegando La e se apresentando um goliath de nome Roukan arranca-toco veio lhe receber (ele recebeu esse apelido pois quando seu great axé acertava o pescoço de qualquer criatura essa sempre ficava sem cabeça[em outras palavras era um bárbaro com great axé ai já viu o critico ne]) ele olhou maurog de cima a baixo e notou q o mesmo tinha muita força e parecia ser estupidamente resistente , foi então q perguntou sobre as habilidades de mauro e o mesmo respondeu q seu estilho de luta fundia o brandir do machado com a força da natureza foi então q Roukan q já tinha visto muitos estilos de lutas como chefe dos mercenários pediu uma demonstração e quando viu o talento de maurog deu-lhe um tapa nas costas q quase o derruba e o contrata, foi então assim q a vida de mercenário de maurog começou.
Muitos anos se passaram e maurog agora sustenta uma expressão cansada e um corpo quase todo talhado por cicatrizes , a expressão de ansiedade pro aventura não existia mais no roto daquele anao q já tinha passado por muita coisa e visto mais ainda,. Ele ainda era considerado um novato(afinal comecei lvl1) mas de muito respeito por suas habilidades de combate , resistência e de sobreviver as piores aprovações. Atualmente se encontrava a caminho de uma cidadezinha q recém descobriu um veio de metal e com tal descoberta ele sabia q iria gerar muitos trabalhos para mercenário como ele mas Tb sabia q iria atrair velhos inimigos de profissão então foi decidido a organizar ou se juntar a um grupo pois assim teria maiores chances tanto de arrumar trabalho quanto de sobreviver. Mas no meio do caminho foi atacado por caçadores de escravos e como estavam em maior numero conseguiram capturalo levando desacordado ao barco arena onde seria vendido como escravo-gradiador oque renderia muito dinheiro caso ele se saísse bem nas lutas .
Quando perguntado sobre sua antiga Gilda de mercenários ele simplesmente resmunga algo e fica calado ou simplesmente muda de assunto.
Objetivos:
1-Curto prazo : Sobreviver ganhar experiência e se equipar para as batalhas q viram .
2-Médio prazo: Aprender sobre e controlar o poder do espírito q carrega no peito (esses poderes são teoricamente os q ganha com lvl e algo mais q se encaixe no tema de raio, trovão e rocha ) e acerta as contas com velhos amigos e inimigos que futuramente colocarei alguns casos principalmente quando ele participava da Gilda do goliath .
3-Longo prazo : Tomar seu lugar de direito e respeito dentre os mais fortes espíritos da natureza primal.
Personagens: Shaman : Eidina Aguafluente.
Pai: Rocstone Machadofulgaz.
Mae: Beltone Machadofulgaz.
Chefe da vila: roktom cabeçadepedra
Halfiling : tico=macho e Mia=fêmea .
Goliath bárbaro Chefe da antiga Gilda de maurog = Aukan

sábado, 2 de outubro de 2010

Primeira aventura





Eu acordei. Estava deitado num chão frio, de pedra, um cheiro terrivel e nauseante chegou as minhas narinas, minha vista embaçada. Lembrei o que havia acontecido. Os desastres em Apokopolis, eu sendo vendido, um enorme orc com uma marreta na minha frente, e pow, escuridão. Checo meus pertences, parece que deixaram toda minha quinquilharia comigo, estranho. Olho ao redor, estou numa cela escura e vejo outros dois prisioneiros, um homem atarracado e com cara de poucos amigos, estranhamente estava sem os polegares, e um goliath(o guardião era um goliath ne?). eles discutiam sobre como foram parar ali, eu não queria conversar com eles, então fiquei apenas ouvindo. Vi uma portinhola logo depóis de um pequeno conjunto de escadas. Fui rapidamente la verificar, e no mesmo momento que eu chego ela é bruscamente aberta, um cheiro acre e um calor enorme vem do lado de fora, meus olhos se machucam com a luz depois de ter passado tanto tempo no escuro, então vejo um homem idoso ser arremessado ao meu ladoe a porta se fecha antes que eu consiga me recuperar e agir. Eu pouco me importo com o novo prisioneiro, e vou tentar ver ou escutar algo atraves da porta. Ha uma gritaria la fora, sons estranhos de metal se chocando e gritos de desespero. Uma arena sem duvida! Apenas aguardo sabendo meu fatidico destino, mas eles me subestimaram deixando minhas esferas T comigo. atraves delas eu posso fazer muiiitas coisas. A porta se abre. O nosso carcereiro nos joga para fora, dentro da arena, e então eu vejo um enorme estadio, um homem com uma capa com um estalar de dedos faz os ceus brilharem e o ar ao nosso redor queimar com chamas magicas. Eu sei quem ele é, famoso por suas lutas de gladiadores, eu apenas aguardo. Ele chama outras pessoas, alguns escravos em farrapos e dois homens voluntarios em busca de fortuna provavelmente. Não sabia se iamos lutar entre nos, o humano idoso que foi jogado em cima de mim me aponta uma arca no centro da arena. Ela parece conter equipamentos, ele corre ate ela, eu vou atras para ver se acho qualquer porcarias que eu possa transformar em algo util, afinal não sei o que me espera. Pego apenas uma besta, a qual usarei para arremessar as esferas T, e então ouço um som de correntes arrastando. Vejo saindo do chão uma serie de insetos gigantescos, besouros aberrantes, parece que nosso objetivo sera destrui-los. Nada demais. O homen sem polegares parece saber manejar muito bem uma espada embora sua limitação com as mãos, o idoso parece ser ambidestro, e tambem colocou um arco nas costas, suponho que ele saiba usa-lo. Eu deixo os besouros atacarem os outros, recuo para uma posição estrategica e ativo uma de minhas esferas. O protobo da cabo muito bem desses seres, o homem idoso pareceu muito fragil, precisou de minha ajuda duas vezes, dei para ele o tonico vital XKZ, criação propria. Apos esse pequeno contratempo fomos para as celas novamente. Não conseguia ouvir sons do lado de fora, mas la dentro os sobreviventes conversavam. Como era esperado os plebeus esfarrapados não sobreviveram, mas os dois voluntarios ignobeis sim. Um homem que usava aparelhos tecnologicos de tipo pertubadoramente familiar a minha pessoa, e um anão bruto e não muito esperto(normal). algum tempo depois fomos novamente anunciados, ao sairmos o campo de batalha parecia haver mudado, embora o bau continuasse no centro, haviam 4 pilastras cobertas por teias de aranhas ao longo da arena, areia fofa embaixo de nossos pes e do outro lado um grupo de githyanks nos aguardava. Embora tenham dado um pouco mais de trabalho, com taticas de afundar sobre a areia, e com aranyhas pulando das pilastras, demos conta deles tambem. Vi que o homem com equipamentos tecnologicos(vou falar logo charlie) era um tanto quanto despreparado para essa luta, não sei pq entrou nela. Finalmente voltamos para cela e novamente o hambiente mudou. Ja estava cansado daquilo, quantas mais vezes isso iria ocorrer. Gatz(o nome do homem sem polegares, como descobri durante uma das conversas do "grupo", disse que aquele seria a ultima antes de recebermos o premio, ou sermos mortos na arena. Hm, sair em liberdade e ainda receber um premio, para quem esperava servir como escravo o resto de seus dias ate que estava bom. O mago piromante deu um espetaculo de luzes e cores, e anunciou que iriamos enfrentar os campeões. Bem~, eram um grupo de gladiadores bem exotico, pareciam saido de algum livro de fantasia. Uma halfling provavelmente ladina, uma elfa maga, um humano clerigo e um anão lutador =/ . enfim, queria acabar com aquilo logo, acionei o protobo e o mandei para a frente de batalha. Não foi algo muito inteligente, o chão estava cheio de armadilhas, o protobo caiu em uma delas e foi destruido. me senti abalado pela perda, mas segui em frente. Pelo menos sabiamos agora que deveriamos ter cuidado onde pisar. O velho ficou de longe com seu arco, eu esperei eles virem, tambem de longe, e os outros foram pra cima. Estranhamente os cammpeões não eram tão durões assim, e os derrotamos relativamente facil. Livre. Aquilo era incrivel, a liberdade me veio tão facil, sera que conseguirei voltar para apokopolis e salvar minha familia tão facilmente assim? É, sonho meu... De repente alvoroço, confusão, o chão tremia, o ceu escureceu. Eu corri em direção ao bau com a recompensa, enquanto os outros ficaram com os olhos grudados no ceu. Ouvi tiros de canhões sendo disparados, o navio/arena estava sendo atacado! Um barco repleto pelo que parecia uma horda de demonios havia abalroado nele, e provavelmente iria coloca-lo abaixo. Corri junto com os outros gladiadores em direção a algum local seguro, Gatz felizmente sabia como nos tirar dali, barcos de segurança estavam nas pontas do barco. Ao chegar la vimos um enorme primata demoniaco, seus pelos cor de fogo, seu rosto de pura ira, seus olhos da cor das labaredas do inferno, ele jogava os plebeus que tentavam tb ir para o barco para fora da enorme arena flutuante. Eu e o homem idoso passamos facilmente, mas os outros ficaram para tras ainda um tempo, eu achava que não conseguiriam chegar a tempo, mas por pouco eles o fizeram. O barco estava deveras cheio, mal tinhamos espaço para respirar, não tinhamos um rumo e nem alimento. Flutuando pelo eter aqui e ali se achava a raiz dos deuses, uma planta que fornecia energia para um dia inteiro para uma pessoa normal, mas era quase impossivel pegar. Charlie usou seus equipamentos tecnologicos para pegar alguns enquanto tentavamos conduzir o barco e sobreviver a um outro elemento agravante: a luz eterna que vinha dos ceus poderia transformar um homem numa besta se ficasse diretamente sobre ele durante muito tempo. Não tinhamos qualquer tipo de cobertura, os dias se passavam e as pessoas começavam a sentir os efeitos da luz, eu mesmo estava começando a sucumbir a loucura, a falta de alimento apenas piorava a questão. Depois de algum tempo os plebeus começaram a se perder completamente para a luz e se transformavam em monstros albinos e sem olhos, mas nos conseguimos mata-los antes que virassem um problema maior. No fim não sobravam plebeus no barco, apenas nos 5 e Gatz. Então vimos a salvação adiante: uma enorme ilha a nossa frente, em seu centro uma cidade. Chegamos com o barco ate la e aportamos na borda. Aqui termina nossa primeira jornada. O que mais vira pela frente, que terriveis abominações iremos encontrar, nos mesmos nos transformaremos em uma delas?

sexta-feira, 1 de outubro de 2010


rei Metron


meu pai desaad

Moebious, o tecnomante

Eu disse que ia dormir, mas como não consigo então la vai:
Estava na ilha de Apokopolis 3. La eu cresci, meu pai um tecnomante a serviço do lorde Orion e minha mãe uma sacerdotisa do grande Arquiteto. Aprendi tudo que sabia com meu pai, juntamente com um pouco de magia com minha mãe, mas eu "perverti" essa magia para funcionar apenas para minhas belas criações, e a partir das forças naturais do universo e não atraves de resas aos deuses. Sempre achei uma bobagem essa coisa de deuses. Ainda jovem minha curiosidade natural me ajudou a prosperar como um tecnologo, criava o tempo todo miniaturas roboticas, a primeira a funcionar eu dei o nome de protobo beta. Lembro o quão feliz fiquei, e as congratulações de meu pai orgulhoso. Eu deveria ocupar o lugar do meu pai como braço direito do grande lorde, ja estava treinando minhas habilidades de bajulação com ele pra ver se ele de algum jeito podia acelerar o processo. Eu jamais levantaria a mão contra meu pai, mas quem sabe se meu mestre visse minha real eficiencia ele não poderia depo-lo sem violencia. Lorde Orion era bastante ambicioso, então tentei atingi-lo nesse ponto. Disse que poderia arranjar para ele um jeito de ocupar o trono de Apokopilis 3, deporia-mos o rei Metron. criei um exercito de protobos, uma verdadeira obra prima. Mas Metron tinha suas defesas. Eu fui por demais orgulhoso e descuidado. O mestre artifice dele era Allan, um sacerdote do arquiteto poderoso. Eu achava que por ser um simples servo de deuses ele não teria forças contra meu destrutivo exercito. Ledo engano. O ataque foi um fracasso. Minhas legiões foram facilmente derrotadas, destruidas por invenções que eu jamais havia visto, se moviam a partir da magia dos deuses e eram imbativeis. Meu lorde caiu em desgraça perante os olhos de Metron, meu pai foi transformado num escravo, minha mãe virou uma meretriz pessoal dos sacerdotes e eu fui vendido a uma arena de gladiadores para morrer em campo. Mas um dia terei maiores forças que qualquer servo dos deuses e voltarei para me vingar de Metron, Orion e qualquer outro que ficar em meu caminho. Salvarei meu pai, tirarei minha mãe daqueles servos dos deuses nojentos, e quem sabe ate farei meu reino la, um Apokopolis 4 talvez? Bem, isso é um sonho que estou distante de concluir. Hoje tenho que pensar em como sair desta maldita arena...