segunda-feira, 8 de março de 2010

registros de um deva: por Tabriss

Eu existo. abro os olhos, vejo tumulos ao meu redor, imagens de estatuas de deuses arrasadas. minha mente esta nublada, tudo que consigo lembrar é uma imagem: um enorme dragão metalico de cinco cabeças. Seu nome: Bahamut, o dragão de platina. Eu era uma extensão de seu poder. Eu existia unicamente para servi-lo, essa era a unica certeza em minha mente naquele momento. As coisas estavam nubladas em minha mente. Enquanto eu andava olhei para mim mesmo em um espelho quebrado: tinha quase 2 metros de altura, pele toda roxa, exceto por uma enorme faixa branca horizontal que rodeava minha cabeça bem na parte dos olhos, olhos prateados sem pupila. Eu vestia roupas simples, ao mesmo tempo que majestosas. Havia uma arma em minha cintura, eu a desembanhei e comecei a maneja-la. Eu era bom nisso. Mais coisas vinham a minha mente. Eu sabia da existencia de outros adoradores de meu deus, eles não eram igual a mim, não fariam de tudo por Bahamut, não venderiam sua alma para servi-lo, estariam achando que quebrariam o codigo. Não ha codigo quando se trata de servir ao grande deus. Eu tinha poderes tambem, poderes que nenhum deles sequer imaginava possuir um dia, alguns talvvez tivessem certos poderes tambem, mas servindo a finalidades diferentes. Sabia que deveria encontrar uma localidade onde houvesse grande concentração desses seres, um local onde bahamut fosse adorado em toda sua grandiosidade. Eu desci uma montanha, e procurei por dias, semanas, meses. Achei um grande aglomerado dessas pessoas, Eu me comuniquei co m o alto sacerdote do local, ele de algum jeito ja sabia que eu era. Todos me olhavam espantados por onde eu passava, aquelas pessoas pequenas, com peles rosadas, alguns me chamavaam de anjo. Eu não sou um anjo, anjo são criaturas imortais que escolheram servir aos deuses por propositos egoistas, simplesmente porque eles achariam que os deuses venceriam a guerra contra os primordiais. minha raça eram de mortais poderosos, nos sentimos o toque dos deuses em nossas almas, e decidimos por nossa alma a sua disposição apesar de todos os perigos. quando a guerra acabou vinhemos a esse mundo, em busca de mais sabedoria e de transmitir a palavra dos nossos deuses. Eu fui recebido com honra e ao mesmo tempo desconfiança pelos clerigos daquele templo. Alguns tinham bastante receios quanto a minha presença ali. Fiquei la e observei, vi muitas coisas maravilhosas naquela cidade, e muitas coisas deploraveis. Haviam pessoas que tinham luxos e conforto, ao mesmo tempo que haviam pessoas que sofriam com a escasses em suas vidas. Um teste dos deuses pela sua fe, com certeza. Eu vi um clerigo fervoroso, que tentava levar sua fe a essas pessoas, e ajuda-las em tudo. eu o acompanhei bastante, apenas olhando sua dedicação, embora ele parecesse um dos mais receosos quanto a minha presença. Mas eu tinha o pressentimento que ele era um dos grandes escolhidos pelo dragão de platina, e o tempo acabou me provando que eu estava certo. um dia eu comecei a meditar, mas minha mente ficou confusa. Eu via Bahamut sofrendo, envolto em nuvens e chamas. Eu conseguia o~uvir uma agitação na cidade, mas não podia sair do meu transe, estava tentando entender aquilo, talvez meu deus me desse algum sinal sobre o que estava por vir. Eu uma hora vi uma lagrima descendo por cada uma de suas, cabeças, ele estava muito triste, por algum motivo. Eu sai do transe ao ouvir dois gritos que penetraram profundamente meu ser. Eu corri ate a prota do aposento de onde vieram os gritos, e sorrateiramente entrei. vi a estatua de meu deus deus profanada, e dois de seus seguidores desacordados no chão. Ao chegar mais perto vi que estavam mortos, mas estranhamente não havia sinal de luta, e seus corpos não pareciam danificados. O sumo sacerdote da cidade, Armus, veio correndo em minha direção, dizendo que eu precisava urgentemente entregar algo importante ao sacerdote o qual eu falei antes. Eu ofereci minha ajuda, mas ele disse que o pergaminho era importante, e que ele cuidaria de tudo ali. encontrei logo meu companheiro de fé, e entreguei-lhe o pergaminho. Contei-lhe o que havia acontecido e ele desesperado correu ate o templo, mas nada mais havia la. Estranho. Ele abriu o pergaminho e la estava escrito uma mensagem sobre uma missão que Armus iria entrar, mas não dava detalhes. Algo veio a minha mente, mas logo removi aquele pensamento da minha cabeça. Encontramos uma serie de outros seres, os quais o sacerdote disse que eram nossos colegas. Ele falou que o grande sumo sacerdote os contratou para descobrir o que havia acontecido com a cidade. o sacerdote disse que deveriamos ir ao semiterio, havia um corpo la o qual ele precisava ver. Enquanto andavamos eu via os corpos das pessoas estirados pelo chão, uma visão horrivel, foi realmente uma calamidade terrivel que aconteceu enquato eu tentava compreender o que acontecia ao nosso deus. Chegamos ao cemiterio e o corpo foi desenterrado, mas não tivemos nenhuma conclusão muito reveladora, a não ser que aquela mulher, a qual o sacerdote disse que era um oraculo, teve um fim igual aos meus dois colegas: magia. Voltamos ao templo, onde meu colega decidiu que fariamos uma reunião muito bem privada. Ele tinha o mesmo pensamento que eu tive, e agora minha terrivel duvida virou uma certeza: Armus estava envolvido naquela empreitada. Ele saiu com alguns outros em busca de mais informação, enquanto eu mostrei o templo e os outros sacerdotes locais a um estranho humano que estava no grupo de meu co mpanheiro. Ele fazia algumas perguntas um pouco sem logica a mim e aos outros sacerdotes, mas tudo bem. Vendo melhor a estatua do meu deus, vi que ela foi profanada de algum jeito não fisicamente novamente: ela estava velha e ficou corroida por efeito do tempo, não do ataque de uma pessoa. Magia novamente, com certeza. Enfim os outros chegaram, o sacerdote disse que queria checar algo em alguns velhos lugares que haviam por ali, e todos nos seguimos com ele. Ate agora essa é minha historia. O que vira a seguir? So Bahamut poderia saber.

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