domingo, 14 de março de 2010

time do palavrão brasileiro

como fiquei com preguiça de terminar o registro do ultimo jogo deixo aqui esse video, mesmo sabendo que não existe ninguem pra ver essa coisa. mas ta ae, me diverti bastante



diario de campanha: Mua D'ib

Novamente venho aqui registrar os acontecimento de minha mais nova empreitada em Arton. Apos terminarmos com os Azers e os passaros rocas seguia-mos pela floresta ao lado de odin, o barbaro. Estava com ele Emilian Uric, não sei exatamente o que ele deveria fazer, mas era responsabilidade de Odin cuidar dele, eu e Oscar< o anão, precisavamos ir atras de Kellandra. O unico problema era que não tinhamos ideia de como acha-la. iriamos para a ultima localização dela, mas não tinhamos muita esperança de encontrar algo. Um pequeno adendo: eu ouvi falar em minhas viajens sobre a lenda de uma poderosa bruxa que vivia em galrasia. Ela tinha uma misteriosa casa magica com pes de galinha que corri pela selva, e durante a nite ela voava na escuridão dentro de um caldeirão metalico. Dizendo isso qual não foi minha surpresa quando vejo pela selva uma casa vindo correndo em nossa direção, com enormes pernas de galinha embaixo. coloquei-me em prontidão, mas vi que estranhamente o barbaro não tinha medo da casa. a casa chegou perto de nos e então parou, depois abaixou calmamente e suas portas se abriram. Odin entrou na frente, tomando coragem logo eu e Oscar seguimos atras. dentro da casa encontramos um corpo desacordado, de... Emilian Urick! Claro, lembramos o que nos haviam dito: o necromante tem um duplo que o esta representando. O duplo estava morto, e ao lado dele eu vejo não uma edionda bruxa, mas uma linda jovem em pé. Parecia ser muito intima de Odin, e muito amigavel foi conosco. disse que nos daria uma carona, que deveriamos encontrar com o nosso posto de apoio. Voltar tudo ao começo em outras palavras. ao chegar perto da capital somos abordados por um grupo de guardas. Saimos calmamente, e eles dizem que levarão Odin por ter falhado em sua missão. Ate ai tudo bem, mas de repente os guardas me dizem para parar tambem. Eu e Oscar seriamos levados juntos. O odio vinha a minha mente incontrolavel, e quando eles fizeram magos e guerreiros aparecerem em nossa frente para nos intimidar minha revolta foi tremenda. Eu, Mua Dib, representante dos remens, iria ser preso por erros de outrem. Minha colera podia ser vista pelos meus acusadores, e eu vi em seus rostos o medo. Me senti satisfeito, mas antes de sair eis que surge Odin de dentro da cabana com um dedo do verdadeiro emilian uric. Eu olho para os rostos da doce dona da cabana e do meu pequeno companheiro, ambos estão desconsolados com o ao imprudente do barbaro. Toda minha furia pelos guardas se foi, estava depositada no ato ridiculo do barbaro. Sequimos com os guardas então, eu e Oscar indo para nosso posto de comando, enquanto Odin seguindo para o destino de suas ações. Mas eis que me vem a mente: droga, estamos sendo vistos por todos na cidade! A missão de subtefurgio foi por agua abaixo, clerigos e feiticeiros surgiam por toda parte, seguir com os guardas não foi uma boa ideia, uma pessima ideia na verdade. Quando eu estava pensando nas possibilidades de sairmos daquela situação vem uma imagem de terror a nos. Estavamos cercados de minotauros, nossos "contratantes" e eles não pareciam nada felizes. Minha cabeça zunia pensando nas possibilidades. Agora eu e Oscar deveriamos lidar com a estupidez de nossas, ações. Fomos forçadamente conduzidos para longe do local onde parecia ser a sede de justiça, se não queriam nos julgar o que queriam então? Trancados fomos numa sala escura. Suas paredes não conseguiamos penetrar, não tinhamos ideia do que estava acontecendo em nossos arredores. De repente a sala começa a ser inundada, um buraco se abre em uma das paredes e jorram litros de agua em nos. O barbaro tem a ideia de entrar pelo buraco e ver onde iria dar, eu não achei uma ideia das mais interessantes, mas na falta de qualquer outra coisa eu, Odin e a cleriga o seguimos. Para minha surpresa a ideia do barbaro tinha dado certo, saimos de la, estavamos salvos. Ledo engano. Olhei aos meus arredores ao sair, e constatei que estavamos dentro de algum tipo de arena para gladiadores. Via um publico fervoroso gritando por sangue. Via nas sacadas homens com cajados brilhantes, olhando fixamente para nos, não pareciam querer que saissemos dali. Vi espalhado pelo chão ao nosso redor corpos em decomposição, seu cheiro podre entrando em minhas narinas. Então escutamos o ranger de portões se abrindo, e de dentro deles saltando homens sapo armados e com cara de poucos amigos. Eu ja tinha visto alguns desses em minhas andanças, são chamados buliwings(off: mestre corrija a escrita, não sei como é), mas esses pareciam muito mais bem armados que os que eu ja enfrentara. Se provaram menos do que dignos de minha atenção quando a batalha mal começou e seus corpos cairam apos um ataque de meu companheiro. O barbaro resolveu correr para destroçar os outros. Mas algo começara a acontecer: agua começou a encher o campo. Os nossos adversarios erm seres anfibios, talvez o campo fosse dar alguma vantagem a eles. Mas era algo muito pior... Olhavamos calmamente Odin contentemente abater adersarios quando eu de repente senti um puxão. Eu estava debaixo d'agua, não conseguia respirar, ao olhar para baixo uma criatura reptiliana havia prendido minha perna e me puxava para baixo enquanto eu tentava desesperadamente me libertar. Ao olhar para o lado vi que Oscar havia caido na mesma armadilha que eu, mas eu rapidamente consegui me desprender da besta, mas quando emergi Oscar não estava ao meu lado. Não podia me preocupar com isso agora, tinha de pensar em como eu sobreviveria. Olhei para o barbaro, ele ainda atacava os batraquios, enquanto eles lutavam tambem contra a besta. Tentei avisa-lo para que os deixassem vivos para que nos ajudassem, mas ele não me escutara, sua furia descontrolada o havia dominado e ele matara a todos, enquanto 4 cabeças reptilianas se erguiam da agua e tentaram nos atacar. eu me afastei um pouco, puxei minha ocarina e invoquei minha furia atraves dos sons e da melodia que eu fazia. Minha ira se juntava aquele belo som, e com a pura energia arcana que eu liberava feitiços se formavam e eram lançados por sobre criatura. Tentei entrar na mente da besta, confundi-la e desorienta-la, para que os outros assim pudessem acabar com ela. Viamos que embora baessemos nela ela era muito resistente, e quando começamos a feri-la de verdade mais uma surpresa: nos arrancamos uma cabeça dela, duas outras surgiram no lugar. Ja tinha visto hidras antes, é claro, mas aquela era a primeira que eu via realizar tal feito.
Eu quse fui abatido por duas vezes durante o combate, mas usei minha magia para me curar, por pouco sobrevivi. Para que eu não morresse pensei numa estrategia que talvez terminasse numa terrivel perda. entrei na mente da besta e mandei que ela seguisse em direção a Odin. Eu e Oscar ficamos livres, enquanto a besta atacava freneticamente Odin. Esperava ao menos que ele aguentasse um pouco mais, sabia que em pouco tempo derrotariamos a besta. Eu penosamente via a besta rasgar a carne de Odin aos poucos enquanto eu e Oscar a atacavamos. Ela mal conseguia acertar Oscar, e tinha dificuldade em chegar perto de mim, então la ficou. depois que o barbaro caiu eu lembrei-me de meus ensinamentos nas selvas.Lembrei de como invocar a furia do trovão e da tempestade. Raios sairam das pontas de meus dedos e acertaram a criatura, destroçando que sobrou dela. Apos isso viamos uma multidão em polvorosa, acenando e nos aplaudindo. Um de nos estava quase morto, eu e meu colega Oscar estavamos totalmente sem energia. O que for que viesse a acontece agora, estavamos a merce de quem nos abordasse. Nosso destino era apenas esperar e rezar a Azer para que tudo termine bem.

segunda-feira, 8 de março de 2010

registros de um deva: por Tabriss

Eu existo. abro os olhos, vejo tumulos ao meu redor, imagens de estatuas de deuses arrasadas. minha mente esta nublada, tudo que consigo lembrar é uma imagem: um enorme dragão metalico de cinco cabeças. Seu nome: Bahamut, o dragão de platina. Eu era uma extensão de seu poder. Eu existia unicamente para servi-lo, essa era a unica certeza em minha mente naquele momento. As coisas estavam nubladas em minha mente. Enquanto eu andava olhei para mim mesmo em um espelho quebrado: tinha quase 2 metros de altura, pele toda roxa, exceto por uma enorme faixa branca horizontal que rodeava minha cabeça bem na parte dos olhos, olhos prateados sem pupila. Eu vestia roupas simples, ao mesmo tempo que majestosas. Havia uma arma em minha cintura, eu a desembanhei e comecei a maneja-la. Eu era bom nisso. Mais coisas vinham a minha mente. Eu sabia da existencia de outros adoradores de meu deus, eles não eram igual a mim, não fariam de tudo por Bahamut, não venderiam sua alma para servi-lo, estariam achando que quebrariam o codigo. Não ha codigo quando se trata de servir ao grande deus. Eu tinha poderes tambem, poderes que nenhum deles sequer imaginava possuir um dia, alguns talvvez tivessem certos poderes tambem, mas servindo a finalidades diferentes. Sabia que deveria encontrar uma localidade onde houvesse grande concentração desses seres, um local onde bahamut fosse adorado em toda sua grandiosidade. Eu desci uma montanha, e procurei por dias, semanas, meses. Achei um grande aglomerado dessas pessoas, Eu me comuniquei co m o alto sacerdote do local, ele de algum jeito ja sabia que eu era. Todos me olhavam espantados por onde eu passava, aquelas pessoas pequenas, com peles rosadas, alguns me chamavaam de anjo. Eu não sou um anjo, anjo são criaturas imortais que escolheram servir aos deuses por propositos egoistas, simplesmente porque eles achariam que os deuses venceriam a guerra contra os primordiais. minha raça eram de mortais poderosos, nos sentimos o toque dos deuses em nossas almas, e decidimos por nossa alma a sua disposição apesar de todos os perigos. quando a guerra acabou vinhemos a esse mundo, em busca de mais sabedoria e de transmitir a palavra dos nossos deuses. Eu fui recebido com honra e ao mesmo tempo desconfiança pelos clerigos daquele templo. Alguns tinham bastante receios quanto a minha presença ali. Fiquei la e observei, vi muitas coisas maravilhosas naquela cidade, e muitas coisas deploraveis. Haviam pessoas que tinham luxos e conforto, ao mesmo tempo que haviam pessoas que sofriam com a escasses em suas vidas. Um teste dos deuses pela sua fe, com certeza. Eu vi um clerigo fervoroso, que tentava levar sua fe a essas pessoas, e ajuda-las em tudo. eu o acompanhei bastante, apenas olhando sua dedicação, embora ele parecesse um dos mais receosos quanto a minha presença. Mas eu tinha o pressentimento que ele era um dos grandes escolhidos pelo dragão de platina, e o tempo acabou me provando que eu estava certo. um dia eu comecei a meditar, mas minha mente ficou confusa. Eu via Bahamut sofrendo, envolto em nuvens e chamas. Eu conseguia o~uvir uma agitação na cidade, mas não podia sair do meu transe, estava tentando entender aquilo, talvez meu deus me desse algum sinal sobre o que estava por vir. Eu uma hora vi uma lagrima descendo por cada uma de suas, cabeças, ele estava muito triste, por algum motivo. Eu sai do transe ao ouvir dois gritos que penetraram profundamente meu ser. Eu corri ate a prota do aposento de onde vieram os gritos, e sorrateiramente entrei. vi a estatua de meu deus deus profanada, e dois de seus seguidores desacordados no chão. Ao chegar mais perto vi que estavam mortos, mas estranhamente não havia sinal de luta, e seus corpos não pareciam danificados. O sumo sacerdote da cidade, Armus, veio correndo em minha direção, dizendo que eu precisava urgentemente entregar algo importante ao sacerdote o qual eu falei antes. Eu ofereci minha ajuda, mas ele disse que o pergaminho era importante, e que ele cuidaria de tudo ali. encontrei logo meu companheiro de fé, e entreguei-lhe o pergaminho. Contei-lhe o que havia acontecido e ele desesperado correu ate o templo, mas nada mais havia la. Estranho. Ele abriu o pergaminho e la estava escrito uma mensagem sobre uma missão que Armus iria entrar, mas não dava detalhes. Algo veio a minha mente, mas logo removi aquele pensamento da minha cabeça. Encontramos uma serie de outros seres, os quais o sacerdote disse que eram nossos colegas. Ele falou que o grande sumo sacerdote os contratou para descobrir o que havia acontecido com a cidade. o sacerdote disse que deveriamos ir ao semiterio, havia um corpo la o qual ele precisava ver. Enquanto andavamos eu via os corpos das pessoas estirados pelo chão, uma visão horrivel, foi realmente uma calamidade terrivel que aconteceu enquato eu tentava compreender o que acontecia ao nosso deus. Chegamos ao cemiterio e o corpo foi desenterrado, mas não tivemos nenhuma conclusão muito reveladora, a não ser que aquela mulher, a qual o sacerdote disse que era um oraculo, teve um fim igual aos meus dois colegas: magia. Voltamos ao templo, onde meu colega decidiu que fariamos uma reunião muito bem privada. Ele tinha o mesmo pensamento que eu tive, e agora minha terrivel duvida virou uma certeza: Armus estava envolvido naquela empreitada. Ele saiu com alguns outros em busca de mais informação, enquanto eu mostrei o templo e os outros sacerdotes locais a um estranho humano que estava no grupo de meu co mpanheiro. Ele fazia algumas perguntas um pouco sem logica a mim e aos outros sacerdotes, mas tudo bem. Vendo melhor a estatua do meu deus, vi que ela foi profanada de algum jeito não fisicamente novamente: ela estava velha e ficou corroida por efeito do tempo, não do ataque de uma pessoa. Magia novamente, com certeza. Enfim os outros chegaram, o sacerdote disse que queria checar algo em alguns velhos lugares que haviam por ali, e todos nos seguimos com ele. Ate agora essa é minha historia. O que vira a seguir? So Bahamut poderia saber.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Mua D'ib, primeiro registro

Tinha tudo para ser um condenado, nasci com a macula da tormenta em meu sangue, essa praga nefasta que assola arton, mas não. Eu nasci entre o povo Fremen, o povo do deserto, la eu era considerado uma dadiva, não uma maldição. eu cresci entre eles, aprendi a sobreviver no deserto entre suas criaturas nefastas. me tornei um menestrel, mas não um qualquer. estudei os tomos antigos, a sabedoria Fremen suprema. Me tornei um mestre da suprema arte, a musica e a magia são minhas maiores aliadas. segui com outros pelo mundo, queria descobrir tudo sobre os mais reconditos cantos desse lugar. as vezes acho que descobri coisas ate que não queria. sempre que me juntava a algum bando meus companheiros caiam, um a um. Tudo que sobravam eram minhas historias para louva-los. Sera que os Fremens estavam errados? Seria realmente eu uma abominação, fadada a destruir tudo que toco. não escrevi apenas o nome dos outros em minhas anotações. por muito tempo resolvi viajar sozinho, e meu nome eu gravei, não apenas em um livro, mas em todo o globo. aprendi com uma tribo nas selvas de odara como fazer qualquer som que eu gere retumbar como os trovões de uma tempestade. agora voltei a minha terra. Descanso ao lado dos meus colegas enquanto conto a eles minhas aventuras. stilgar, o chefe do sietch em que vivemos esta velho. alguem mais jovem em breve ira desafia-lo pela liderança. muitos esperam que seja eu. não sei se quero isso. sou um viajante. e teria de matar um velho amigo. não me parece certo. Mas para aliviar minhas preocupações eis que surge uma surpresa: Gunder, meu amigo Fremen que um dia tambem saiu em viajem pelo mundo, mas ao contrario de mim ele resolveu se fixar na capital do reino. Sorete dele, se tivesse continuado comigo provavelmente sua agua não estaria mais no seu corpo. Enfim, ele vai se casar com uma nobre do reino, ele mesmo ganhou muito dinheiro e se tornou um cidadão respeitado de muito prestigio. Se voce olhar pra ele hoje nunca diria que aquele homem um dia caçou vermes com espadas enferrujadas em suas mãos. Ele manda uma carta para mim, quer que eu seja seu padrinho, quem diria. Não sei se a culpa foi da minha eterna maldição( sim, agora tenho quase certeza que isso não é algo bom, como dizem os Fremens) mas tudo deu errado. O casamento era celebrado por Elion, grande cleriga de Avandra, a deusa da paz (e das meretrizes!), é raptada por uma mulher montada em um enorme dragão. tudo se passa muito rapido, nem eu com meus ageis sentidos consegui me perceber direito no meio daquela situação. Tive uma proposta de ir em busca da noiva, receoso aceitei, mas apenas pela felicidade de Gundrel. Soube que ele partiria em breve para a guerra, e aquela rapariga era muito bem quista por ele. Nos foi apresentado um plano no minimo audaz: tentariam construir um colosso gigantesco para enfrentar o mestre arsenal, um clerigo da guerra e da matnça, o qual estava para projetar um colosso poderosissimo para causar ruina em arton. Soubemos que o nome da raptora era Keilandra, e nos fomos em direção ao reino de Allen, onde encontrariamos um grupo para nos auxiliar. esses infelizes foram quase dizimados antes mesmo de me conhecer, apenas um barbaro restava, lutando ferozmente contra anões flamejantes montados em passaros rocas gigantesco. eu e o anão da colina que estava ao meu lado fomos auxilia-lo, foi uma batalha epica, pulavamos em cima dos passaros e lutavamos agarrados a eles contra os anões do fogo, enquanto o barbaro incorporava espiritos da natureza e destroçava os inimigos eu usava minha canção para atacar a mente dos adversarios, e o anão... bem ele ajudava como podia. ao terminar Keilandra ja se encontrava longe. so nos restava agora acompanhar furtivamente o barbaro (um barbaro andando furtivamente? realmente, eu não conheci tudo nesse mundo) ate sua jornada para encontrar Emilian Urick, um necromante sabio e poderoso, que devera nos ajudar nessa jornada. E que os deuses tenham piedade das almas desses que me acompanham, pois o futuro deles pode estar ja escrito pelo simples fato de estarem numa missão ao meu lado...